395px

Estampa Misionera

Alberto & Gabriel Ortaça

Estampa Missioneira

Pode me olhar que a minha estampa é missioneira...
Minha alma xucra evoca meu ancestrais
Velhas tropiadaspor estâncias sem fronteiras,
Estouros rudes a cascos de mil baguais!

Sou missioneiro, bem gaúcho este é meu canto...
Esta é a sina que aprendi ainda guri!
Tenho querência, tenho história, eu tenho santos...
Por isto eu canto esta pátria guarani!

Eu tenho saga, eu tenho raça, eu tenho ganas
Eu tenho canto, que vento a fora se vai!
Eu tenho o toque dos sinos das catedrais
E a identidade missioneira que herdei do meu velho pai!

Eu tenho tanto, pela minha jovem essência,
Enquanto outros nem sabem da própria história...
Trago o passado alambrando o meu futuro
E mostro a todos o porquê da nossa glória!

Minha guitarra, vibrando prima e bordona,
E a cordeona, resmungando nos "botão",
Chamam os jovens a olhar mais as raízer,
Ver a querência com os olhos do coração!

Eu tenho orgulho deste meu sangue de bugre,
Que a tempos idos "se templo" pelos fogões...
Enquanto eu cantar esta pátria colorada
Meus ancestrais são presença unindo as gerações!

Eu tenho saga, eu tenho raça, eu tenho ganas
Eu tenho canto, que vento a fora se vai!
Eu tenho o toque dos sinos das catedrais
E a identidade missioneira que herdei do meu velho pai!

Estampa Misionera

Puedes mirarme, mi estampa es misionera...
Mi alma rústica evoca a mis ancestros
Viejas travesías por estancias sin fronteras,
Estampidos rudos a cascos de mil potros!

Soy misionero, bien gaúcho este es mi canto...
Esta es la senda que aprendí siendo aún un niño!
Tengo añoranza, tengo historia, tengo santos...
¡Por eso canto a esta patria guaraní!

Tengo saga, tengo raza, tengo ganas
Tengo un canto que el viento se lleva!
Tengo el sonido de las campanas de las catedrales
Y la identidad misionera que heredé de mi viejo padre!

Tengo tanto, por mi joven esencia,
Mientras otros ni siquiera conocen su propia historia...
Traigo el pasado abrazando mi futuro
Y muestro a todos el porqué de nuestra gloria!

Mi guitarra, vibrando prima y bordona,
Y el acordeón, gruñendo en los botones,
Llaman a los jóvenes a mirar más las raíces,
Ver la añoranza con los ojos del corazón!

Tengo orgullo de esta sangre de aborigen,
Que desde tiempos antiguos se mezcló en las fogatas...
Mientras cante a esta patria colorada,
Mis ancestros están presentes uniendo las generaciones!

Tengo saga, tengo raza, tengo ganas
Tengo un canto que el viento se lleva!
Tengo el sonido de las campanas de las catedrales
Y la identidad misionera que heredé de mi viejo padre!

Escrita por: Alberto Ortaça / Carlos Cardinal / Diego Muller / Gabriel Ortaça