Descida da Ladeira
Sim, não
Sim, não
E eu só acredito em vento
Que assanha cabeleira
Quebra portas e vidraças
E derruba prateleiras
Se fizer um assobio esquisito
Na descida da ladeira
Mas eu só acredito em chuva
Se molhar minha cadeira
De palhinha na varanda
Minha espreguiçadeira
Se fizer poça na rua, acredito
Nessa chuva de peneira
E o Zé Ramalho
E eu só acredito em lama
Se for escorregadeira
Como casca de banana
Tobogã de fim de feira
Alceu Valença já não acredita
Na força do vento
Que sopra e não uiva
Na água da chuva
Que cai e não molha
Já perdeu o medo de escorregar
Alceu Valença já não acredita
Na força do vento
Que sopra e não uiva
Na água da chuva
Que cai e não molha
Já perdeu o medo de escorregar
O Seu Valença já não acredita
Na força do vento
Que sopra e não uiva
Na água da chuva
Que cai e não molha
Já perdeu o medo de escorregar
Mas eu só acredito em lama
Se for escorregadeira
Como casca de banana
Tobogã de fim de feira
Alceu Valença já não acredita
Na força do vento
Que sopra e não uiva
Na água da chuva
Que cai e não molha
Já perdeu o medo de escorregar
Alceu Valença já não acredita
Na força do vento
Que sopra e não uiva
Na água da chuva
Que cai e não molha
Já perdeu o medo de escorregar
Alceu
Dita
Chuva
Molha
Medo
Já
Medo
Já
Ença
Dita
Medo
Já
O medo
Já
Medo
Já
Descenso de la colina
Sí, no
Sí, no
Y solo creo en el viento
Que alborota el cabello
Rompe puertas y ventanas
Y derriba estanterías
Si hace un silbido extraño
En el descenso de la colina
Pero solo creo en la lluvia
Si moja mi silla
De mimbre en el balcón
Mi tumbona
Si forma charcos en la calle, creo
En esa lluvia de tamiz
Y Zé Ramalho
Y solo creo en el barro
Si es resbaladizo
Como cáscara de plátano
Tobogán de feria
Alceu Valença ya no cree
En la fuerza del viento
Que sopla y no aúlla
En el agua de la lluvia
Que cae y no moja
Ya perdió el miedo a resbalar
Alceu Valença ya no cree
En la fuerza del viento
Que sopla y no aúlla
En el agua de la lluvia
Que cae y no moja
Ya perdió el miedo a resbalar
El Señor Valença ya no cree
En la fuerza del viento
Que sopla y no aúlla
En el agua de la lluvia
Que cae y no moja
Ya perdió el miedo a resbalar
Pero solo creo en el barro
Si es resbaladizo
Como cáscara de plátano
Tobogán de feria
Alceu Valença ya no cree
En la fuerza del viento
Que sopla y no aúlla
En el agua de la lluvia
Que cae y no moja
Ya perdió el miedo a resbalar
Alceu Valença ya no cree
En la fuerza del viento
Que sopla y no aúlla
En el agua de la lluvia
Que cae y no moja
Ya perdió el miedo a resbalar
Alceu
Dicta
Lluvia
Moja
Miedo
Ya
Miedo
Ya
Ença
Dicta
Miedo
Ya
El miedo
Ya
Miedo
Ya