Frevo Mulher (part. Elba Ramalho e Geraldo Azevedo)
Oh, é, oh
Quantos aqui ouvem, os olhos eram de fé
Quantos elementos amam aquela mulher
Quantos homens eram inverno, outros, verão
Outonos caindo secos no solo da minha mão
Gemeram entre cabeças, a ponta do esporão
A folha do não-me-toque, o medo da solidão (solidão)
Veneno, meu companheiro, desata no cantador
E desemboca no primeiro açude do meu amor
Meu amor, meu amor
É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um
É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um
Laiá, lalaiá
Quantos aqui ouvem, os olhos eram de fé
De fé, de fé
Quantos elementos amam aquela mulher
Quantos homens eram inverno, outros, verão
Outonos caindo secos no solo de minha mão
Simbora!
Gemeram entre cabeças, a ponta do esporão
A folha do não-me-toque, o medo da solidão
Veneno, meu companheiro, desata no cantador (cantador)
E desemboca no primeiro açude do meu amor
Meu amor, meu amor
É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um
É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um
É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um (é!)
É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um
Frevo Mulher (parte de Elba Ramalho y Geraldo Azevedo)
Oh, sí, oh
Cuántos aquí escuchan, los ojos eran de fe
Cuántos elementos aman a esa mujer
Cuántos hombres eran invierno, otros, verano
Otoños cayendo secos en el suelo de mi mano
Gemían entre cabezas, la punta del espuelón
La hoja del no-me-toques, el miedo a la soledad (soledad)
Veneno, mi compañero, se suelta en el cantor
Y desemboca en el primer embalse de mi amor
Mi amor, mi amor
Es cuando el tiempo sacude la cabellera
La trenza toda roja
Un ojo ciego vaga buscando por uno
Es cuando el tiempo sacude la cabellera
La trenza toda roja
Un ojo ciego vaga buscando por uno
Laiá, lalaiá
Cuántos aquí escuchan, los ojos eran de fe
De fe, de fe
Cuántos elementos aman a esa mujer
Cuántos hombres eran invierno, otros, verano
Otoños cayendo secos en el suelo de mi mano
¡Vamos!
Gemían entre cabezas, la punta del espuelón
La hoja del no-me-toques, el miedo a la soledad
Veneno, mi compañero, se suelta en el cantor (cantor)
Y desemboca en el primer embalse de mi amor
Mi amor, mi amor
Es cuando el tiempo sacude la cabellera
La trenza toda roja
Un ojo ciego vaga buscando por uno
Es cuando el tiempo sacude la cabellera
La trenza toda roja
Un ojo ciego vaga buscando por uno
Es cuando el tiempo sacude la cabellera
La trenza toda roja
Un ojo ciego vaga buscando por uno (¡sí!)
Es cuando el tiempo sacude la cabellera
La trenza toda roja
Un ojo ciego vaga buscando por uno