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Pelea de Cuchillos

Alceu Valença

Briga de Faca

Bento, Terêncio, cadê eles
Foi o jagunço que matou
Bento, Terêncio, cadê eles
Foi o jagunço do coronel

A noite que tinha era escura
Que santo nenhum podia alumiar
Noite que só dá lobisomem
E os home do seu coroné
Mataram o Terêncio dormindo
E Bento que fazia um Bentinho
Pegaram todo milho que tinha
E a pobre da vaquinha Zabé
Zeferino ta morto no mato
E Lucas ficou sem cabeça
Só falta você Tulão
E é vem jagunço

Ê … sai da toca seu jagunço
Que eu não mato à traição
Sai da toca seu macaco
Vem que eu te pego e te capo

Vem que eu dou conta de cinco
Vem que eu dou conta de seis
Vem jagunço traiçoeiro
Que eu mato um de cada vez

Tome peixeira no bucho
Agora é cinco o que era seis
Tome peixeira no bucho
Lá se foi um , dois e strês

Tome peixeira no bucho
Agora só tem nós três
Tome peixeira no bucho
Falta um pra interar seis

Pelea de Cuchillos

Bento, Terêncio, dónde están
Fue el pistolero que mató
Bento, Terêncio, dónde están
Fue el pistolero del coronel

La noche era oscura
Que ningún santo podía iluminar
Noche que solo da licántropos
Y los hombres de su coronel
Matan a Terêncio durmiendo
Y a Bento que hacía sus cosas
Se llevaron todo el maíz que había
Y la pobre vaquita Zabé
Zeferino está muerto en el monte
Y Lucas se quedó sin cabeza
Solo faltas tú, Tulão
Y ahí viene el pistolero

Eh... sal de tu escondite, pistolero
Que no mato a traición
Sal de tu escondite, mono
Ven que te agarro y te castraré

Ven que me encargo de cinco
Ven que me encargo de seis
Ven pistolero traicionero
Que mato uno a la vez

Toma cuchillo en el vientre
Ahora son cinco en vez de seis
Toma cuchillo en el vientre
Ya se fueron uno, dos y tres

Toma cuchillo en el vientre
Ahora solo quedamos tres
Toma cuchillo en el vientre
Falta uno para completar seis

Escrita por: Sérgio Ricardo