Ei, Mulher!
Ei, mulher!
Eu achei que a força estava nos teus braços
Delicada e frágil eu te descreveria
Nem sabia o que trazia tantos traços
Tua força vem manifestada em forma de coragem
Carregada de suor e poesia
Se revelam dentro das tuas mensagens
Foi quando eu descobri que eu deveria ter cantado as tuas rimas,
Tuas dores, teus amores, tua luta no igualar de tantas cores
Te abraçado e te jogado muitas flores pra suavizar o peso do mundo.
Porque o mundo faz doer
Suas barreiras, seus meninos tão carentes e sem destino
Tão distantes de promessas que um dia possam ver
Que ao cantar o próprio hino nem entendem as entrelinhas
Mas teu pulso feminino faz minha fé reacender
¡Oye, Mujer!
¡Oye, mujer!
Yo pensaba que la fuerza estaba en tus brazos
Delicada y frágil te describiría
No sabía qué traía tantos rasgos
Tu fuerza se manifiesta en forma de valentía
Cargada de sudor y poesía
Se revelan dentro de tus mensajes
Fue cuando descubrí que debería haber cantado tus rimas,
Tus dolores, tus amores, tu lucha por igualar tantos colores
Abrazarte y lanzarte muchas flores para suavizar el peso del mundo.
Porque el mundo duele
Sus barreras, sus niños tan necesitados y sin rumbo
Tan lejos de promesas que algún día puedan ver
Que al cantar su propio himno ni entienden las entrelineas
Pero tu pulso femenino hace que mi fe se encienda
Escrita por: Alessandra Vieira