Déjà Vu
Sua imagem não me sai
Não me deixa e nem se vai
Origame de Xangai
Onde eu olho tem você
Mas seu olho não me vê.
Eu escuto a sua voz
Toda vez que eu penso em nós
Mesmo quando estou a sós
De você vem todo o som
Bombardeio de Saigon.
As lembranças se repetem
Filme velho, déjà vu
Pensamentos que remetem
Ao que já esteve aqui
As lembranças se sucedem
Romaria no Tibet
Tudo é você no Éden
E em tudo você é.
O seu gosto em minha mão
O seu ar no meu pulmão
E a dureza do seu não
Construindo no jardim
Nosso muro de Berlim
Déjà Vu
Tu imagen no se borra de mí
No se va ni me abandona
Origami de Shanghái
Donde miro, estás tú
Pero tus ojos no me ven
Escucho tu voz
Cada vez que pienso en nosotros
Incluso cuando estoy solo
De ti viene todo el sonido
Bombardeo de Saigón
Los recuerdos se repiten
Película vieja, déjà vu
Pensamientos que me llevan de vuelta
A lo que ya estuvo aquí
Los recuerdos se suceden
Peregrinación en el Tíbet
Todo eres tú en el Edén
Y en todo, tú estás
Tu sabor en mi mano
Tu aire en mis pulmones
Y la dureza de tu negativa
Construyendo en el jardín
Nuestro muro de Berlín
Escrita por: Alexandre Lemos / Kali C.