Canção da Rua
Rosto marcado de tantas lutas, tantos planos por fazer
Meus cabelos escorridos, tão compridos quanto os anos
Que passaram
Sobrevivo a meia luz, pelos guetos da cidade
Meu destino a correr, uma vida pra viver
Ser humano é tão frágil
Na dita civilização
Sem dinheiro pra comer
A fome passa sem se ver
Vou cantando pra esquecer
Sou tão sujo em minhas roupas, vivo tonto por aí
Minha barba já não tem, mais um rosto pra seguir
Pouco importa o governo, ele nem se preocupa mesmo
Eu não voto eu não falo, a minha voz nem eu percebo
Canción de la Calle
Rostro marcado por tantas peleas, tantos planes por hacer
Mis cabellos sueltos, tan largos como los años
Que han pasado
Sobrevivo a medias luces, por los barrios de la ciudad
Mi destino corriendo, una vida por vivir
Ser humano es tan frágil
En esta supuesta civilización
Sin dinero para comer
El hambre pasa desapercibida
Canto para olvidar
Estoy tan sucio en mi ropa, vivo dando vueltas por ahí
Mi barba ya no tiene otro rostro que seguir
Poco importa el gobierno, ni siquiera se preocupa
Yo no voto, no hablo, ni siquiera percibo mi voz
Escrita por: Alexandre Magno