Ninguém Sabe
Ainda que eu diga que estamos a sós
Que a única saída seja a voz
Que a luta ganha seja atroz
Só sei que ainda sim
Ainda que o tempo faça por nós
Abreviando e nos deixando a sós
Rico, pobre, limpo, cheio de nós
Num caos, luxo, sujo, talvez zen
Porém sempre num vai e vem
Onde você estava ontem
Onde você foi parar
Ainda que a gente diga sim
Ninguém sabe onde vai parar
Talvez no litoral ou na neve ou na capital
Ou na sua cidade natal
Onde você estava ontem
Ninguém sabe onde vai parar
Ainda que a gente diga sim
Ninguém sabe onde vai parar
Talvez no litoral, ou na neve ou na capital
Ou na sua cidade natal
Nadie Sabe
Aunque diga que estamos solos
Que la única salida sea la voz
Que la lucha ganada sea atroz
Solo sé que aún así
Aunque el tiempo actúe por nosotros
Acortando y dejándonos solos
Rico, pobre, limpio, lleno de nudos
En un caos, lujo, sucio, tal vez zen
Pero siempre en un vaivén
¿Dónde estabas ayer?
¿Dónde terminaste?
Aunque digamos que sí
Nadie sabe dónde terminará
Quizás en la costa, en la nieve o en la capital
O en tu ciudad natal
¿Dónde estabas ayer?
Nadie sabe dónde terminará
Aunque digamos que sí
Nadie sabe dónde terminará
Quizás en la costa, en la nieve o en la capital
O en tu ciudad natal
Escrita por: Alfredo Boer