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Mi Negra (part. Joyce Moreno)

Alfredo Del Penho

Minha Nega (part. Joyce Moreno)

Oh, minha nega
Esse chorinho fala
Sem qualquer malícia
Que eu não sou soldado da polícia
Pra passar a noite inteira
Procurando alguém
E procurar você
Já é costume
Não é mais ciúme
Não é mais saudade
Dizem por aí
Que na verdade
É só por vaidade
Que eu quero você
Mas eu lhe peço, proponho
Dedico o meu verso

Mais caro, tão raro, tão rico
E ela diz que vai ficar
Ouve o meu samba calada
Não canta e não chora
Que samba
Que nada
Vai-se embora sem me consolar
E eu acho graça
Quando o dia chega
Mas se o dia passa
Vou buscar a nega
Por pirraça
Mas com toda honestidade
Eu não sei bem porquê
Que procurar você

Mi Negra (part. Joyce Moreno)

Oh, mi negra
Este choro habla
Sin ninguna malicia
Que no soy un soldado de la policía
Para pasar toda la noche
Buscando a alguien
Y buscarte a ti
Ya es costumbre
No es celos
No es añoranza
Dicen por ahí
Que en realidad
Es solo por vanidad
Que te quiero
Pero te lo pido, te propongo
Dedico mi verso

Más caro, tan raro, tan rico
Y ella dice que se quedará
Escucha mi samba en silencio
No canta y no llora
Qué samba
Qué nada
Se va sin consolarme
Y me hace gracia
Cuando llega el día
Pero si el día pasa
Voy a buscar a mi negra
Por terquedad
Pero con toda honestidad
No sé bien por qué
Te busco

Escrita por: Sidney Miller