Praça da Aldeia
Nunca me senti tão longe dessa casa do que sou
Cada grão de suas águas, cada grito dessas flores
Foram sempre as estrelas e sentia pelo rastro
Pelo chão dessas veredas, na poeira em meu olhar
No silêncio do meu peito
Sei que nunca é tarde pra voltar
Hoje o mesmo barco me levou
Pelas ruas raras do lugar
Fui a mesma margem desta areia
E a mesma infância no luar
Refletindo a luz de minha mãe
Me senti no colo do meu pai
E dormi profundo nesta rede
Minha voz, minha cruz
Tapajós, minha voz, minha aldeia
Minha voz, minha cruz
Tapajós, minha voz, minha aldeia
Nunca me senti tão longe dessa casa do que sou
Cada grão de suas águas, cada grito dessas flores
Foram sempre as estrelas que sentia pelo rastro
Pelo chão dessas veredas, na poeira em meu olhar
No silêncio do meu peito
Sei que nunca é tarde pra voltar
Hoje o mesmo barco me levou pela sua raras do lugar
Fui à mesma margem desta areia, vi a mesma infância no luar
Refletindo a luz de minha mãe
Me senti no colo do meu pai
Dormi profundo
Nesta rede, minha voz, minha cruz
Tapajós, minha voz, minha aldeia
Minha voz, minha cruz, tapajós
Minha voz, minha aldeia
Plaza de la Aldea
Nunca me sentí tan lejos de esta casa que soy
Cada grano de sus aguas, cada grito de esas flores
Siempre fueron las estrellas y sentía por el rastro
Por el suelo de estas veredas, en el polvo de mi mirar
En el silencio de mi pecho
Sé que nunca es tarde para volver
Hoy el mismo barco me llevó
Por las calles raras del lugar
Fui la misma orilla de esta arena
Y la misma infancia bajo la luna
Reflejando la luz de mi madre
Me sentí en el regazo de mi padre
Y dormí profundo en esta hamaca
Mi voz, mi cruz
Tapajós, mi voz, mi aldea
Mi voz, mi cruz
Tapajós, mi voz, mi aldea
Nunca me sentí tan lejos de esta casa que soy
Cada grano de sus aguas, cada grito de esas flores
Siempre fueron las estrellas que sentía por el rastro
Por el suelo de estas veredas, en el polvo de mi mirar
En el silencio de mi pecho
Sé que nunca es tarde para volver
Hoy el mismo barco me llevó por sus raras del lugar
Fui a la misma orilla de esta arena, vi la misma infancia bajo la luna
Reflejando la luz de mi madre
Me sentí en el regazo de mi padre
Dormí profundo
En esta hamaca, mi voz, mi cruz
Tapajós, mi voz, mi aldea
Mi voz, mi cruz, tapajós
Mi voz, mi aldea
Escrita por: Allan Carvalho