Um pouco mais de calma
Como é que eu posso assumir
As rédias do meu próprio mundo,
Se nunca assumo o controle
E ainda me chamam vagabundo.
Dizem que sou acomodado
E acho que isso incomoda,
Mas não há nada a fazer
É como a mancha, como a nódoa.
Eu quero um pouco mais de calma
Um pouco mais de fé
Menos naquela jaula
Que não me deixa estar em pé
Eu quero um pouco mais de calma
E alguma confiança,
Pois se agora estou deitado
Mereço ao menos esperança!
Então me deixa levantar
Que eu não vou mais cair!
Então me deixa acordar
Que eu não vou mais dormir!
Então me deixe controlar
Que eu não vou mais permitir
Que o meu mundo me abandone
Sem que eu perceba o chão ruir!
Então me deixa acordar,
Levantar, controlar e assumir!
Eu estou sempre protegido
Mas é uma casca de papel
Se a qualquer hora ela rompe
A minha vida está ao leo
Eu não quero proteção
Quero que a vida ensine
Quando alguém disser que não
Que outro alguém me ilumine
Eu quero um pouco mais de calma,
Um pouco mais de fé
Menos naquela jaula
Que não me deixa estar em pé.
Eu quero um pouco mais de calma
E alguma confiança,
Pois se agora estou deitado
Mereço ao menos esperança!
Então me deixa levantar
Que eu não vou mais cair!
Então me deixa acordar
Que eu não vou mais dormir!
Então me deixe controlar
Que eu não vou mais permitir
Que o meu mundo me abandone
Sem que eu perceba o chão ruir!
Então me deixa acordar,
Levantar, controlar e assumir!
Ôôô...
Eu não sou mais
Nenhum brinquedo que você
Se acostumou a brincar... a brincar...
Eu não posso, não devo
Se não devo, eu posso
E agora vou continuar!
Então me deixa... me deixa... me deixa...(2x)
Ôôô...
Un poco más de calma
Cómo puedo asumir
Las riendas de mi propio mundo,
Si nunca tomo el control
Y aún así me llaman vago.
Dicen que soy conformista
Y creo que eso molesta,
Pero no hay nada que hacer
Es como la mancha, como la mancha.
Quiero un poco más de calma
Un poco más de fe
Menos en esa jaula
Que no me deja estar de pie.
Quiero un poco más de calma
Y algo de confianza,
Porque si ahora estoy acostado
¡Merezco al menos esperanza!
Así que déjame levantarme
¡Que ya no voy a caer!
Así que déjame despertar
¡Que ya no voy a dormir!
Así que déjame controlar
¡Que ya no voy a permitir
Que mi mundo me abandone
Sin darme cuenta de que el suelo se desmorona!
Así que déjame despertar,
Levantar, controlar y asumir!
Siempre estoy protegido
Pero es una cáscara de papel
Si en cualquier momento se rompe
Mi vida está en peligro.
No quiero protección
Quiero que la vida me enseñe
Cuando alguien diga que no
Que otro alguien me ilumine.
Quiero un poco más de calma,
Un poco más de fe
Menos en esa jaula
Que no me deja estar de pie.
Quiero un poco más de calma
Y algo de confianza,
Porque si ahora estoy acostado
¡Merezco al menos esperanza!
Así que déjame levantarme
¡Que ya no voy a caer!
Así que déjame despertar
¡Que ya no voy a dormir!
Así que déjame controlar
¡Que ya no voy a permitir
Que mi mundo me abandone
Sin darme cuenta de que el suelo se desmorona!
Así que déjame despertar,
Levantar, controlar y asumir!
Oh...
Ya no soy
Un juguete con el que
Te acostumbraste a jugar... a jugar...
No puedo, no debo
Si no debo, puedo
¡Y ahora seguiré adelante!
Así que déjame... déjame... déjame...(2x)
Oh...
Escrita por: Danilo Alencar Ventura