Camisa de Força
Amanhã meus pensamentos serão mais claros,
Rasga o papel
Só assim meus sentimentos serão mais livres
A liberdade de sonho que me foi tirada
E jogada entre os esforços de uma vida comum
Hoje eu tenho que recuperar!
Como estar trancado em um quarto escuro
Repleto de espinhos letais, sem saber onde pisar
Como estar vendado a beira de um abismo
Querendo seguir em frente, sem poder voar!
Sem poder voar!
Eu tento seguir em frente
Respiro esforços (não adianta insistir...)
Porque me abandonou a sorte quando eu mais precisei
Hoje eu quero ser, hoje eu quero ver!
Aprendi a conviver com meus pensamentos
Olho para o céu
Hoje eu sei que eles são mais livres
A liberdade de sonho que me foi tirada
E jogada entre os esforços de uma vida comum
Hoje eu já recuperei!
Eu abro a porta e saio desse quarto escuro
Desvio dos espinhos letais, pois já sei onde pisar
Retiro a venda e saio desse abismo
Pois posso seguir em frente, eu já sei voar!
Eu já sei voar!
Eu tento seguir em frente
Respiro esforços (não adianta insistir...)
Porque me abandonou a sorte quando eu mais precisei
Hoje eu quero ser, hoje eu quero ver!
Eu posso ir...
Se for eu posso ver...
Não posso ouvir...
Não posso viver...
Quebra as barreiras, rasgue os papeis
Mantenha o pensamento alto
No chão mantenha os pés
Na humildade vou seguir o meu caminho
Estou de olhos vendados, mas eu não estou sozinho
Camisa de Fuerza
Mañana mis pensamientos serán más claros,
Rasga el papel
Solo así mis sentimientos serán más libres
La libertad de soñar que me fue arrebatada
Y lanzada entre los esfuerzos de una vida común
¡Hoy tengo que recuperar!
Como estar encerrado en un cuarto oscuro
Lleno de espinas letales, sin saber dónde pisar
Como estar vendado al borde de un abismo
¡Queriendo avanzar, sin poder volar!
¡Sin poder volar!
Intento seguir adelante
Respiro esfuerzos (no sirve insistir...)
Porque la suerte me abandonó cuando más la necesitaba
¡Hoy quiero ser, hoy quiero ver!
Aprendí a convivir con mis pensamientos
Miro al cielo
Hoy sé que son más libres
La libertad de soñar que me fue arrebatada
Y lanzada entre los esfuerzos de una vida común
¡Hoy ya recuperé!
Abro la puerta y salgo de ese cuarto oscuro
Esquivo las espinas letales, pues ya sé dónde pisar
Me quito la venda y salgo de ese abismo
¡Puedo avanzar, ya sé volar!
¡Ya sé volar!
Intento seguir adelante
Respiro esfuerzos (no sirve insistir...)
Porque la suerte me abandonó cuando más la necesitaba
¡Hoy quiero ser, hoy quiero ver!
Puedo ir...
Si voy puedo ver...
No puedo escuchar...
No puedo vivir...
Rompe las barreras, rasga los papeles
Mantén el pensamiento alto
En el suelo mantén los pies
Con humildad seguiré mi camino
Estoy vendado, pero no estoy solo