Mais Um Verão
Mais um verão
Já lá se vai a fugir
Por entre os dedos da minha mão
E nada guardei pra mim
E a geração
Que a tudo fez consumir
Volta a temer profecias
De astros em conjunção
Será que chegou o fim?
Por moedas de ouro e prata
Quanta gente ainda se mata, ai, ai
Eta velho mundo louco
Quer se destruir
Aconteça pois assim
Mais um verão
E só me resta fingir
Ir ao castelo da ilusão
Sonhando ser Aladim
Poder então
Por tudo me repartir
Ser como as folhas de outono
Que voam sem direção
Dormindo em qualquer jardim
Aflição nem vou mais sentir
Se o segredo é se divertir, ai, ai
Eta velho mundo louco
Não quer mais sorrir
Entristeça, pois, enfim
Mais um verão
Já lá se vai a sumir
Por entre os dedos da minha mão
E nada guardei pra mim
Otro Verano
Otro verano
Ya se está escapando
Entre los dedos de mi mano
Y nada guardé para mí
Y la generación
Que todo lo consumió
Vuelve a temer profecías
De astros en conjunción
¿Será que llegó el fin?
Por monedas de oro y plata
Cuánta gente aún se mata, ay, ay
Este viejo mundo loco
Quiere destruirse
Que así sea entonces
Otro verano
Y solo me queda fingir
Ir al castillo de la ilusión
Soñando ser Aladino
Poder entonces
Repartirme por todo
Ser como las hojas de otoño
Que vuelan sin dirección
Durmiendo en cualquier jardín
Angustia ya no sentiré
Si el secreto es divertirse, ay, ay
Este viejo mundo loco
Ya no quiere sonreír
Entristézcase, pues, al fin
Otro verano
Ya se está desvaneciendo
Entre los dedos de mi mano
Y nada guardé para mí
Escrita por: Almir Sater / Paulo Simões