395px

Ya no puedo más

Almirante

Já Não Posso Mais

Adeus, mulher fingida
Eu já vou-me embora
Tu estás arrependida
Já não posso mais
Deus me perdoe pelo que fiz
Deixando abandonada
Aquela pobre infeliz

O teu mau procedimento
Fez meu coração sofrer
E teu arrependimento
Não me pôde comover

Tu encheste meus ouvidos
Com frases de ocasião
Nem sempre os arrependidos
Nos merecem o perdão. (Agora)

Se tu fosses processada
Diante de um auditório
Tu ficavas bem calada
Pois tens culpa no cartório

Há bastantes testemunhas
Do que fui e do que sou
Quando me botaste as unhas
Meu dinheiro se pirou. (Por quê?)

Ya no puedo más

Adiós, mujer fingida
Ya me estoy yendo
Estás arrepentida
Ya no puedo más
Dios me perdone por lo que hice
Dejando abandonada
A aquella pobre infeliz

Tu mal comportamiento
Hizo sufrir mi corazón
Y tu arrepentimiento
No pudo conmoverme

Llenaste mis oídos
Con frases de ocasión
No siempre los arrepentidos
Merecen nuestro perdón. (Ahora)

Si fueras procesada
Ante un auditorio
Te quedarías callada
Pues tienes culpa en el asunto

Hay bastantes testigos
De lo que fui y soy
Cuando me clavaste las uñas
Mi dinero se esfumó. (¿Por qué?)

Escrita por: Almirante 1931 / Canuto / Noel Rosa / Puruca