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Poema de Mirar/Poema de Goodbye/Mi Nombre (Mash-Up)

Altemar Dutra & Miltinho

Poema do Olhar / Poema do Adeus / Meu Nome (Mash-Up)

Em teu olhar, busquei perdão
Busquei sorriso e luz
Achei meu sol, vivi meu céu
Meu céu em teu olhar
Olhando a ti eu me perdi
Pelos caminhos
Quem me chamar
Vai me encontrar
Nos teus olhinhos

Em teu olhar, estranho olhar
Meu sonho um dia, se acabou
Nos olhos teus
Existe amor, existe adeus
Então, eu fiz um bem
Dos males que passei
Fiz do amor uma saudade de você
E nunca mais amei
Deixei nos olhos seus
Meu último olhar e ao bem
Do amor, do amor eu disse adeus

Caminho o meu caminho
E nos lugares que passei,
As pedras do caminho,
São o pranto que chorei
Escondo em minhas mãos,
Carinhos que eram seus
E guardo sua voz
No poema do adeus
Foi assim, a lampada apagou
A vista escureceu, um beijo então se deu
E veio a ansia louca, incontida do amor

E depois, depois daquele beijo então
Foi tanto querer bem e alguém dizendo a alguém
Meu bem, meu bem, só meu, meu bem
Meu bem, só meu, meu bem
Nosso céu onde estrelas cantavam
De repente ficou mudo
Foi se, foi se o encanto de tudo
Quem sou eu
Quem é você, eu
Eu, quem é você

Foi assim
E só Deus sabe quem
Deixou de querer bem
Não somos mais alguém
O meu nome é ninguém
O seu nome também
Também ninguém

Poema de Mirar/Poema de Goodbye/Mi Nombre (Mash-Up)

En tu mirada, busqué perdón
Busqué la sonrisa y la luz
Encontré mi sol, viví mi cielo
Mi cielo en tu mirada
Mirándote, me perdí
Por cierto
Quienquiera que me llame
Me encontrarás
En tus pequeños ojos

En tus ojos, mirada extraña
Mi sueño un día se ha ido
En tus ojos
Hay amor, hay adiós
Por lo tanto, hice un buen
De los males por los que he pasado
He hecho del amor un anhelo por ti
Y nunca amé de nuevo
Lo dejé en tus ojos
Mi última mirada y la buena
De amor, de amor me despedí

Camino mi camino
Y en los lugares que he vagado
Las piedras del camino
Son el llanto que lloré
Lo escondo en mis manos
Cardinas que eran tuyas
Y mantengo tu voz
En el poema de despedida
Así se apagó la lámpara
La vista se oscureció, un beso luego dio
Y vino el anhelo loco y sin restricciones de amor

Y luego, después de ese beso entonces
Era mucho querer bien y alguien diciéndole a alguien
Bebé, bebé, sólo mío, bebé
Bebé, sólo mío, bebé
Nuestro cielo donde las estrellas cantaban
De repente estaba mudo
Era si, era si el encanto de todo
¿Quién soy yo?
¿Quién eres tú, yo?
Yo, ¿quién eres tú?

Era así
Y sólo Dios sabe quién
Dejaste de querer bien
No somos otra persona
Mi nombre no es nadie
Tu nombre también
Nadie más tampoco

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