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Con la boca en el mundo, el que no se comunica se embrolla (G.R.E.S. IMPÉRIO SERRANO - 1987)

Aluísio Machado

Com a boca no mundo, quem não se comunica se trumbica (G.R.E.S. IMPÉRIO SERRANO - 1987)

Se liga, ligação vai ser preciso, ô
Aviso, o verbo é comunicar
Caminha nem pestanejou
Como agente da passiva se comunicou
Vai, pombo correio
De permeio, na imensidão (bis)
Voa e vá dizer ao meu amor
Que a saudade machucou meu coração
Pregoa, pregoeiro
O mercado é todo seu
Independência ou morte
Grito forte que valeu
Ô de casa, olha o carteiro
É a carta de quem nunca lhe esqueceu
Jornal, jornaleiro, jornalista
Reportagem em revista
A Imprensa em comunhão
Tudo em primeira mão
Alô, alô, alô, alô, alô
Não se comunicou, dançou (bis)
A radiodifusão está no ar
Seu sucesso é notório
Fez tanto artista popular
Novelas, programas de auditório
Indiscutivelmente, é a era da televisão
O tão distante presente
Se faz presente e satisfaz nossa visão
Até a Lua lá no céu
Nos chega via Embratel
Quem não se comunica
Se trumbica e como fica (bis)
Fica na saudade, fica

Con la boca en el mundo, el que no se comunica se embrolla (G.R.E.S. IMPÉRIO SERRANO - 1987)

Se atento, la conexión será necesaria, oh
Advertencia, el verbo es comunicar
Caminó sin pestañear
Como agente pasivo se comunicó
Ve, paloma mensajera
De por medio, en la inmensidad
Vuela y ve a decirle a mi amor
Que la nostalgia lastimó mi corazón
Predica, predicador
El mercado es todo tuyo
Independencia o muerte
Grito fuerte que valió
Oye, en casa, mira al cartero
Es la carta de quien nunca te olvidó
Periódico, vendedor de periódicos, periodista
Reportaje en revista
La prensa en comunión
Todo en primicia
Hola, hola, hola, hola, hola
Si no te comunicaste, bailaste
La radiodifusión está en el aire
Su éxito es notorio
Ha hecho a muchos artistas populares
Telenovelas, programas de entretenimiento
Indiscutiblemente, es la era de la televisión
El tan lejano presente
Se hace presente y satisface nuestra visión
Incluso la Luna en el cielo
Nos llega vía Embratel
El que no se comunica
Se embrolla y cómo queda
Queda en la nostalgia, queda

Escrita por: Aluísio Machado / Beto Sem Braço / Bicalho