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Casita de Paja/ En las Corrientes de un Río

Amado Edílson

Casinha de Sapê/ Nas Correntezas de Um Rio

Mulher não me chama pra cidade
Que eu não deixo por nada o meu sertão
Eu gosto de gado e vaquejada
O meu transporte e um cavalo alazão
Mulher a minha felicidade
Corre solta nas correntezas de um rio
Na cidade vou me sentir algemado
Aprisionado condenado e vazio
Não me interessa shopping center e nem cinema
Mulher me entenda de outra forma eu fui criado
Vida noturna na cidade é uma rotina
Pois comigo não combina
Não sou acostumado

Eu tenho uma Lua no terreiro
E nosso cenário de amor
Por ela e fotografado
Deixe a cidade
Vem comigo pro sertão
Tem viola e tem canção
De um vaqueiro apaixonado

Ô, ê minha mansão
E uma casinha de sapê
Ô, ê, a não tem amor
Pra me tirar desse lugar

Mulher não me chame pra cidade
Que eu não deixo por nada o meu sertão
Eu gosto de gado e vaquejada
E o meu transporte e um cavalo alazão
Mulher a minha felicidade
Corre solta nas correntezas de um rio
Na cidade eu vou me sentir algemado
Aprisionado condenado e vazio

Não me interessa shopping center e nem cinema
Mulher me entenda de outra forma eu fui criado
Vida noturna na cidade é uma rotina
E comigo não combina
Pois não sou acostumado

Eu tenho uma Lua no terreiro
E nosso cenário de amor
Por ela e fotografado
Deixe a cidade
Vem comigo pro sertão
Tem viola e tem canção
De um vaqueiro apaixonado

Ô, ê, minha mansão
E uma casinha de sapê
Ô, ê não tem amor
Pra me tirar desse lugar

Casita de Paja/ En las Corrientes de un Río

Mujer, no me llames a la ciudad
Que no dejaré por nada mi tierra
Me gusta el ganado y las vaquedas
Mi transporte es un caballo alazán
Mujer, mi felicidad
Corre libre en las corrientes de un río
En la ciudad me sentiré esposado
Atrapado, condenado y vacío
No me interesan los centros comerciales ni el cine
Mujer, entiéndeme, fui criado de otra manera
La vida nocturna en la ciudad es una rutina
Porque no va conmigo
No estoy acostumbrado

Tengo una luna en el patio
Y nuestro escenario de amor
Por ella es fotografiado
Deja la ciudad
Ven conmigo al campo
Hay guitarra y canción
De un vaquero enamorado

Oh, mi mansión
Es una casita de paja
Oh, no hay amor
Que me saque de este lugar

Mujer, no me llames a la ciudad
Que no dejaré por nada mi tierra
Me gusta el ganado y las vaquedas
Y mi transporte es un caballo alazán
Mujer, mi felicidad
Corre libre en las corrientes de un río
En la ciudad me sentiré esposado
Atrapado, condenado y vacío

No me interesan los centros comerciales ni el cine
Mujer, entiéndeme, fui criado de otra manera
La vida nocturna en la ciudad es una rutina
Y no va conmigo
Porque no estoy acostumbrado

Tengo una luna en el patio
Y nuestro escenario de amor
Por ella es fotografiado
Deja la ciudad
Ven conmigo al campo
Hay guitarra y canción
De un vaquero enamorado

Oh, mi mansión
Es una casita de paja
Oh, no hay amor
Que me saque de este lugar

Escrita por: Marquinhos Paz / Paulo Long