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No hagas eso

MADÚ

Não Faz Assim

Não faz assim, faz um mês que te vejo no quarto
Sentindo falta de mim
Fazer o quê?
Vomitou as palavras que um dia nem sonhei em dizer
Mas você disse mesmo assim
Mas você não pensou em mim

Não faz assim não, que eu não sou de fingir
Não faz assim não, se eu quiser, não irei hesitar em te pedir

Te olhando agora
Eu vejo o início e o fim
Mas desse início, procuro não me lembrar
Pois não condiz com o que eu tenho
E o que somos nesse momento

No fim, eu me encontro atenta
A qualquer gesto insignificante do teu ser
Cê’ me deixou em meio ao caos
E me devolveu ao trauma
Enquanto dizia que seria capaz de curá-lo

Em meio a palavras altas, flores, vinhos e rezas
Eu só consigo entender agora
O que grita dentro da minha alma
A verdade que sempre esteve
Está e sempre estará presente
Eu sou alguém quando estou com você
Mas não sou ninguém se precisar de você

Não faz assim não, que eu não sou de fingir
Não faz assim não, se eu quiser não irei hesitar em te pedir

No hagas eso

No hagas eso, hace un mes que te veo en la habitación
Extrañándome
¿Qué puedo hacer?
Vomitaste las palabras que un día ni siquiera soñé con decir
Pero aún así lo dijiste
Pero no pensaste en mí

No hagas eso, yo no finjo
No hagas eso, si quiero, no dudaré en pedírtelo

Mirándote ahora
Veo el principio y el fin
Pero de este principio, trato de no recordar
Porque no concuerda con lo que tengo
Y lo que somos en este momento

Al final, me encuentro atenta
A cualquier gesto insignificante de tu ser
Me dejaste en medio del caos
Y me devolviste al trauma
Mientras decías que serías capaz de curarlo

En medio de palabras altas, flores, vinos y rezos
Solo puedo entender ahora
Lo que grita dentro de mi alma
La verdad que siempre ha estado
Está y siempre estará presente
Soy alguien cuando estoy contigo
Pero no soy nadie si te necesito

No hagas eso, yo no finjo
No hagas eso, si quiero, no dudaré en pedírtelo

Escrita por: Maria Eduarda Alexandrino Ferreira