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Cielo nublado

Amêndoa

Nublado céu

Olhos castanhos, verdes-azuis
Todos se cruzam formando o nosso véu
Num lago-véu
Num lago-véu

Em Buenos Aires, Montevidéus
Vários lugares sempre o mesmo céu
Nublado céu
Nublado céu
Não vai chover, não?

Dá uma saudade
Nítida e constante
Ela é quem me tem na mente
Faz da vida, arte
Pede que eu construa
Versos, nos finais, lhe tomo
Do fundo do que eu sei
Consigo te dizer
Você que vai ficar aqui

Nublado céu
Nublado céu
Não vai chover, não?

Dá uma saudade
Nítida e constante
Ela é quem me tem na mente
Faz da vida, arte
Pede que eu construa
Versos, nos finais, lhe tomo
Por tudo o que eu sei
Desejo te dizer
Você que vai ficar aqui

Nublado céu
Nublado céu
Não vai chover, não?
Ou é só passageiro
E vai bater sol demais, demais!

Cielo nublado

Ojos marrones, verdes-azules
Todos se cruzan formando nuestro velo
En un lago-velo
En un lago-velo

En Buenos Aires, Montevideo
Varios lugares siempre el mismo cielo
Cielo nublado
Cielo nublado
¿No va a llover, no?

Da una nostalgia
Nítida y constante
Ella es quien me tiene en mente
Hace de la vida, arte
Pide que construya
Versos, al final, te tomo
Desde lo más profundo de lo que sé
Puedo decirte
Que te quedarás aquí

Cielo nublado
Cielo nublado
¿No va a llover, no?

Da una nostalgia
Nítida y constante
Ella es quien me tiene en mente
Hace de la vida, arte
Pide que construya
Versos, al final, te tomo
Por todo lo que sé
Deseo decirte
Que te quedarás aquí

Cielo nublado
Cielo nublado
¿No va a llover, no?
¿O es solo pasajero
Y va a pegar demasiado sol, demasiado?

Escrita por: Fernando Matos