Confesso
Confesso, acordei achando tudo indiferente
Verdade, acabei sentindo cada dia igual
Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante
Quem sabe o amor tenha chegado ao final
Não vou dizer que tudo é banalidade
Ainda há surpresas, mas eu sempre quero mais
É mesmo exagero ou vaidade
Eu não te dou sossego, eu não lhe deixo em paz
Não vou pedir, a porta aberta é como olhar pra trás
Não vou mentir, nem tudo que eu falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo, eu já roubei demais
Tanta coisa foi acumulando em nossa vida
Eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder
Aos poucos fui ficando mesmo sem saída
Perder o vazio é empobrecer
Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade, mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo, ou não volte mais
Não vou pedir, a porta aberta é como olhar pra trás
Não vou mentir, nem tudo que eu falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo, eu já roubei demais
Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade, mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo, ou não volte mais
Não vou pedir, a porta aberta é como olhar pra trás
Não vou mentir, nem tudo que eu falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo, eu já roubei demais
Confieso
Lo confieso, me desperté encontrando todo indiferente
Es cierto, terminé sintiendo lo mismo todos los días
Quién sabe, tal vez esto suceda si soy tan voluble
Quién sabe, tal vez el amor haya llegado a su fin
No voy a decir que todo es banalidad
Todavía hay sorpresas, pero siempre quiero más
¿Es realmente exageración o vanidad?
No te doy paz, no te dejo en paz
No preguntaré, la puerta abierta es como mirar atrás
No voy a mentir, no soy capaz de todo lo que dije
No te voy a robar el tiempo, ya te he robado demasiado
Se ha acumulado mucho en nuestra vida
Me faltaba un espacio para esconderme
Poco a poco me quedé indefenso
Perder el vacío es empobrecerse
No quiero ser dueño de la verdad
Yo también lo extraño, pero ya son las cuatro o así
Tal vez pase un tiempo fuera de la ciudad
Quién sabe, tal vez vuelva pronto o no vuelva nunca
No preguntaré, la puerta abierta es como mirar atrás
No voy a mentir, no soy capaz de todo lo que dije
No te voy a robar el tiempo, ya te he robado demasiado
No quiero ser dueño de la verdad
Yo también lo extraño, pero ya son las cuatro o así
Tal vez pase un tiempo fuera de la ciudad
Quién sabe, tal vez vuelva pronto o no vuelva nunca
No preguntaré, la puerta abierta es como mirar atrás
No voy a mentir, no soy capaz de todo lo que dije
No te voy a robar el tiempo, ya te he robado demasiado
Escrita por: Ana Carolina