Flor Platonia
Ah, se fosse o tempo sempre assim!
Eu quando chego já estou de saída
Mal me acostumo com saudade
Não me alimenta essa correria
A não ser vir para cá, se for para dirigir.
Eu às vezes fico só olhando pro mar
Pros jardins que vejo a cada passo
Pros pés escritos em latim
Marcas de um amor disforme
Quando se quer, devem sumir.
Não é todo mundo que eu vou me aproximar
Não é todo mundo que me ver assim
Nada justifica essa falta
Observação: Nada vai justificar!
As ligeiras formas de sentir
No outro lado do atlântico
Um pedaço de mim com a letra a
Flor daqui do brasil.
Ah, esse tempero de casa!
Praia e cinema no fim de semana
Volta mesmo, mas ver se guarda esse celular
Se for para vir é para descansar
Por que amanhã o dia há de começar
Sempre antes do sol.
Flor Platonia
Ah, si el tiempo fuera siempre así!
Cuando llego, ya estoy de salida
Apenas me acostumbro a la nostalgia
Esta prisa no me alimenta
A menos que venga aquí, si es para conducir.
A veces me quedo mirando al mar
A los jardines que veo en cada paso
A los pies escritos en latín
Marcas de un amor desigual
Cuando se quiere, deben desaparecer.
No es con todos que me acercaré
No es con todos que me verán así
Nada justifica esta ausencia
Nota: ¡Nada justificará!
Las sutiles formas de sentir
Al otro lado del Atlántico
Un pedazo de mí con la letra a
Flor de aquí de Brasil.
¡Ah, ese sabor de hogar!
Playa y cine los fines de semana
Vuelve de verdad, pero asegúrate de guardar ese celular
Si vienes es para descansar
Porque mañana el día comenzará
Siempre antes del sol.
Escrita por: Anderson Moz