Cristina Sóbria & Heroína
Oh, babe! Larga esse cigarro
Já tem muita fumaça no meu quarto
E agora eu quero ouvir você
Me dê um gole de cinismo
E um beijo de pecado
Enquanto eu tento te entender
Tua vida é tão diferente da minha humilde vida
E mesmo assim eu só sei ver tua roupa colorida
Cristina sóbria... Cristina heroína...
Menina, saia dessa cama
Vá lá fora e vive a tua fama
De estudante culta e popular
Por que essas roupas todas rasgadas?
Tênis imundos, cheios de lama
Direi à teus pais que te levei pra viajar
Não quero mais brigar sem ter razão
Então olha pra mim sem precisar pedir perdão
Cristina sóbria... Cristina heroína...
Eu já estou vivendo entediado
Como um iglu abandonado
Agora você é mais clorofila do que hemoglobina!
Estou desistindo de tentar mudar
Me deixa deitar do teu lado
Ao menos ainda não te perdi pra heroína!
Uh! É prazer que você quer? Deus nos fez pra isso!
Lembre do nosso compromisso
Você sempre me teve quando precisou
Eu sei que você ainda me quer
Ou ao menos resta um resquício
De humano em você, que se matou?
Cristina sóbria... Cristina heroína...
Cristina Sobria & Heroína
Oh, nena! Apaga ese cigarrillo
Ya hay mucho humo en mi habitación
Y ahora quiero escucharte
Dame un trago de cinismo
Y un beso de pecado
Mientras intento comprenderte
Tu vida es tan diferente de la mía humilde vida
Y aún así solo veo tu ropa colorida
Cristina sobria... Cristina heroína...
Chica, levántate de esa cama
Sal afuera y vive tu fama
De estudiante culta y popular
¿Por qué esas ropas todas rasgadas?
Zapatillas sucias, llenas de barro
Diré a tus padres que te llevé de viaje
No quiero pelear sin razón
Así que mírame sin necesidad de pedir perdón
Cristina sobria... Cristina heroína...
Ya estoy viviendo aburrido
Como un iglú abandonado
¡Ahora eres más clorofila que hemoglobina!
Estoy dejando de intentar cambiar
Déjame acostarme a tu lado
¡Al menos aún no te he perdido por la heroína!
¡Uh! ¿Es placer lo que quieres? ¡Dios nos hizo para eso!
Recuerda nuestro compromiso
Siempre me tuviste cuando lo necesitaste
Sé que aún me quieres
O al menos queda un vestigio
¿De humano en ti, que se mató?
Cristina sobria... Cristina heroína...
Escrita por: Anderson R. Rodrigues