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Rosa Venenosa

André da Mata

Rosa Venenosa

Você não merece uma só palavra
Nunca mereceu o amor que eu lhe dava
Você não merece nem ser meu passado
Agora me esquece que você pra mim é um caso encerrado

Não adianta
Se fazer de santa
Nem ajoelhar no altar
Pedi a são jorge guerreiro
Pros males de mim afastar
Já passou da hora, adeus, vá embora
Ingrata senhora nunca vai mudar
Juramento falso ninguém nessa vida é obrigado aceitar

Língua maliciosa
Pagou de bondosa
Pra todos falou mal de mim
Diz que plantou flores
Mas só desamores brotaram em seu lindo jardim
Rosa venenosa, boca mentirosa é fácil prever o seu fim
Inescrupulosa te quero pra sempre bem longe de mim

Desdenhou da minha escola e rasgou meu tamborim
Rosa venenosa te quero pra sempre bem longe de mim
Me deixou igual benito em retalhos de cetim
Rosa venenosa te quero pra sempre bem longe de mim
Diz que está despetalada mas não quebra vaso ruim
Rosa venenosa te quero pra sempre bem longe de mim

Lá lá Iá lá Iá, lá lá Iá lá Iá lá
Lá lá Iá lá Iá, lá lá Iá lá Iá lá

Rosa Venenosa

No mereces ni una sola palabra
Nunca mereciste el amor que te daba
No mereces ni siquiera ser mi pasado
Ahora olvídame, para mí eres un caso cerrado

No sirve de nada
Hacerse la santa
Ni arrodillarse en el altar
Pedí a San Jorge guerrero
Que alejara de mí los males
Ya es hora, adiós, vete
Dama ingrata, nunca cambiarás
Nadie está obligado a aceptar juramentos falsos en esta vida

Lengua maliciosa
Actuaste de buena
Hablaste mal de mí a todos
Dices que sembraste flores
Pero solo desamores brotaron en tu hermoso jardín
Rosa venenosa, boca mentirosa, es fácil prever tu final
Sin escrúpulos, te quiero siempre lejos de mí

Despreciaste mi escuela y rompiste mi tamboril
Rosa venenosa, te quiero siempre lejos de mí
Me dejaste hecho un desastre como Benito en retazos de satén
Rosa venenosa, te quiero siempre lejos de mí
Dices que estás deshojada pero no rompes el mal jarrón
Rosa venenosa, te quiero siempre lejos de mí

Lá lá Iá lá Iá, lá lá Iá lá Iá lá
Lá lá Iá lá Iá, lá lá Iá lá Iá lá

Escrita por: Andre Da Mata