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Flores Marchitas

Andrea Amorim

Flores Mortas

A lua sorriu pra mim
Em meio á solidão
Lembrei do teu cinismo
E não mais que isso
Trouxe morte pra te oferecer
Da vida que quem ensinaram
Mas vê se não se entrega
Ainda não quero te perder

O teu olhar não me convence
O teu corpo não me pertence
Portanto fique longe do meu coração
Você tenta me agradar
Você tenta me beijar
Mas o destino impõe
O anverso da mão

Confesso não te amo
Mas não custa te aprisionar
A pureza está em você
Em mim só faz machucar
Se eu insisto em sumir
Não diz respeito a você
A atitude denomina
Não tenho coragem de partir

O teu olhar não me convence
O teu corpo não me pertence
Portanto fique longe desse lugar
Você tenta me agradar
Até que tenta me beijar
Mas no fundo eu seu
Não conseguimos amar

Flores Marchitas

La luna me sonrió
En medio de la soledad
Recordé tu cinismo
Y nada más que eso
Traje muerte para ofrecerte
De la vida que nos enseñaron
Pero asegúrate de no rendirte
Todavía no quiero perderte

Tu mirada no me convence
Tu cuerpo no me pertenece
Así que mantente lejos de mi corazón
Intentas agradarme
Intentas besarme
Pero el destino impone
El reverso de la mano

Confieso que no te amo
Pero no cuesta aprisionarte
La pureza está en ti
En mí solo hace daño
Si insisto en desaparecer
No te incumbe a ti
La actitud define
No tengo el coraje de irme

Tu mirada no me convence
Tu cuerpo no me pertenece
Así que mantente lejos de este lugar
Intentas agradarme
Incluso intentas besarme
Pero en el fondo sé
Que no podemos amar

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