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Olvidos

Angelica Rizzi

Esquecimentos

Procuro pelos nomes
E, rostos.
Que hipnotizaram meus os sentidos
Vasculho livros
Que outrora
Jaziam esquecidos
Prometo ao meu amor
Que jamais negarei um beijo
Enquanto, existir longe dos seus olhos e, zelo.

Tudo, para que haja a inquietude do primeiro encontro.
Os enamorados não devem ser surpreendidos, pelo mau tempo.
Ou, pela falta de interesse em continuar a vasculhar no rodapé.
De uma declaração afogueada
Um deslize
Ou, sopro de esquecimento.

A cada semana
Contarei as flores
E, as crianças que passarem por mim.

Na travessia de casa
Entrarei em todas as igrejas e,
Templos antes de sentar a mesa de jantar

Repouso as mãos no colo,
E ponho me a pensar,
A persuadir a inspiração, com a leitura de poemas.

Sinto-me solitária
alegre
Pequena diante de tanto encantamento
E, ponho-me a cantar:
O poema se apresenta em versos
E, a poesia não pode esperar.

Olvidos

Busco los nombres
Y, rostros.
Que hipnotizaron mis sentidos
Revuelvo libros
Que antes
Yacían olvidados
Prometo a mi amor
Que nunca negaré un beso
Mientras exista lejos de tus ojos y, cuidado.

Todo, para que haya la inquietud del primer encuentro.
Los enamorados no deben ser sorprendidos por el mal tiempo.
O, por la falta de interés en seguir buscando en el pie de página.
De una declaración apasionada
Un desliz
O, soplo de olvido.

Cada semana
Contaré las flores
Y, los niños que pasen por mí.

En el trayecto de casa
Entraré en todas las iglesias y,
Templos antes de sentarme a la mesa a cenar.

Descanso las manos en el regazo,
Y me pongo a pensar,
A persuadir a la inspiración, con la lectura de poemas.

Me siento solitaria
alegre
Pequeña ante tanto encantamiento
Y, me pongo a cantar:
El poema se presenta en versos
Y, la poesía no puede esperar.

Escrita por: Angélica Rizzi