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Cuervo y Girasol

Anistie

Corvo e Girassol

A última luz ardeu
Sobre nós, e o clarão
Fez-se no céu

Rompendo as nuvens
Rompendo as nuvens
Em círculos de fogo
Em círculos de fogo

Anunciando a esperança
Sobre as ruínas do passado
Reacendendo a tua face
Sobre mim
Oh, esplendor da graça, esplendor!

Então descobri que no amargo sofrimento
A razão de minhas dores como um grito
Da caverna de sonhos, da caverna de sonhos ouvi!

Esse é o meu verdadeiro norte
Sigo para o meu verdadeiro norte

Os buracos que cavei (me sufocaram!)
E a sede que causei (me afogou!)
Eu não vou mais fingir
Que não sou a causa disso tudo aqui

Talvez a chuva seja o anúncio do bem
Talvez a chuva seja o amor refém
Por entre as nuvens vira o segredo do acaso
Por entre o medo vira o enredo do ocaso

Os buracos que cavei (me sufocaram!)
E a sede que causei (me afogou!)
Eu não vou mais fingir
Que não sou a causa disso tudo aqui (aqui!)

Eu voo esquivo
E do alto uma flor é sempre um pequeno sol solitário
Quem me dera tocar cada começo do seu sorriso
E perseguir cada lágrima formando uma despedida
Tenho os pés no chão, mas os olhos no céu
Nós somos dois abismos eu sei
Você e eu
Você e eu
Você e eu
Mas a tarde não é a noite abraçando o dia
E dois extremos não se tocam no fim?

Você e eu...

Cuervo y Girasol

La última luz ardió
Sobre nosotros, y el resplandor
Se hizo en el cielo

Rompiendo las nubes
Rompiendo las nubes
En círculos de fuego
En círculos de fuego

Anunciando la esperanza
Sobre las ruinas del pasado
Reavivando tu rostro
Sobre mí
¡Oh, esplendor de la gracia, esplendor!

Entonces descubrí que en el amargo sufrimiento
La razón de mis dolores como un grito
De la cueva de sueños, de la cueva de sueños oí

Este es mi verdadero norte
Sigo hacia mi verdadero norte

Los agujeros que cavé (¡me sofocaron!)
Y la sed que causé (¡me ahogó!)
Ya no voy a fingir
Que no soy la causa de todo esto aquí

Tal vez la lluvia sea el anuncio del bien
Tal vez la lluvia sea el amor secuestrado
Entre las nubes se revela el secreto del azar
Entre el miedo se convierte en la trama del ocaso

Los agujeros que cavé (¡me sofocaron!)
Y la sed que causé (¡me ahogó!)
Ya no voy a fingir
Que no soy la causa de todo esto aquí (¡aquí!)

Vuelo esquivo
Y desde lo alto una flor siempre es un pequeño sol solitario
Ojalá pudiera tocar cada inicio de tu sonrisa
Y perseguir cada lágrima formando una despedida
Tengo los pies en la tierra, pero los ojos en el cielo
Somos dos abismos, lo sé
Tú y yo
Tú y yo
Tú y yo
Pero la tarde no es la noche abrazando el día
¿Y dos extremos no se tocan al final?

Tú y yo...

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