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Negocio de Socio

Antônio Borba

Negócio de Sócio

Meu sogro eu vou cair fora da sua filha
Não tem tatu que aguente mulher assim
Se eu faço qualquer coisinha que seja errada
Ela se enerva fica enfezada
E vem de unhada em cima de mim

Meu sogro eu tô por dentro da sua vida
Tem dia que o seu desejo é sumir do mapa
Eu sei que a velha sogra pinta os canecos
Vai te buscar dentro dos botecos
E vem exibindo um show de tapas

O meu sogro você tem que ser meu sócio
Pra mudar a nossa vida
Só existe uma saída
Vamos bolar um negócio

O meu sogro o negócio é o seguinte
A minha mulher briguenta
Que já completou quarenta
Eu troco por duas de vinte

E a velha sogra que os sessenta já fez
Não tenha medo meu sócio
Caprichemos no negócio
Vamos breganhar por três

Negocio de Socio

Mi suegro, me voy a largar de tu hija
No hay tatuaje que aguante a una mujer así
Si hago algo mal aunque sea mínimo
Se enoja, se enfurece
Y viene a arañarme

Mi suegro, estoy al tanto de tu vida
Hay días en los que deseas desaparecer del mapa
Sé que la vieja suegra arma escándalos
Te busca en los bares
Y viene exhibiendo una lluvia de bofetadas

Mi suegro, tienes que ser mi socio
Para cambiar nuestra vida
Solo hay una salida
Vamos a idear un negocio

Mi suegro, el negocio es el siguiente
Mi mujer peleona
Que ya cumplió cuarenta
La cambio por dos de veinte

Y la vieja suegra que ya pasó los sesenta
No temas, socio mío
Pongámonos las pilas en el negocio
Vamos a regatear por tres

Escrita por: Benedito Seviero / José Felipe