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El Extranjero

Antônio Marcos

O Estrangeiro

Quando eu voltei
Nem quis acreditar...
Aquela casa, o meu lugar...
Tudo era igual na aparência.
Nosso jardim,
O tempo maltratou,
Mas ainda havia flores
Que você plantou.
Meus passos tristes me levaram,
Sem eu ver...
E novamente eu fui rever
Aquele quarto antigo.
Minha saudade enlouqueceu!
E eu compreendi
O quanto errei naquele adeus...
Eu já não sei
O que eu vim fazer aqui!
Eu fico deslocado, sem você!
Você esqueceu o endereço de voltar...
Sou um estrangeiro em nosso lar!
Devolva as mãos,
Que eu aprendi a amar!
Traga de volta o meu olhar,
Faça feliz meu rosto!
Um estrangeiro como eu
Precisa sempre de um amigo
Pra recomeçar...
Eu já não sei
O que eu vim fazer aqui!
Eu fico deslocado, sem você!
Você esqueceu o endereço de voltar...
Sou um estrangeiro em nosso lar!
Sou um estrangeiro em nosso lar!

El Extranjero

Cuando regresé
Ni siquiera quise creer...
Esa casa, mi lugar...
Todo era igual en apariencia.
Nuestro jardín,
El tiempo maltrató,
Pero aún había flores
Que tú plantaste.
Mis pasos tristes me llevaron,
Sin darme cuenta...
Y nuevamente fui a revisar
Esa habitación antigua.
¡Mi añoranza enloqueció!
Y comprendí
Cuánto erré en ese adiós...
Ya no sé
¡Qué vine a hacer aquí!
¡Me siento fuera de lugar, sin ti!
Olvidaste la dirección para volver...
¡Soy un extranjero en nuestro hogar!
Devuélveme las manos,
Que aprendí a amar.
Trae de vuelta mi mirada,
¡Haz feliz mi rostro!
Un extranjero como yo
Siempre necesita un amigo
Para empezar de nuevo...
Ya no sé
¡Qué vine a hacer aquí!
¡Me siento fuera de lugar, sin ti!
Olvidaste la dirección para volver...
¡Soy un extranjero en nuestro hogar!
¡Soy un extranjero en nuestro hogar!

Escrita por: Antonio Marcos / Mário Marcos