Tina Jeitosa
Ah, esses olhos negros
Que me cativaram e me botam medo
Ah, essa pele clara
Que ofusca minha visão
E me faz guardar o teu semblante
Não deixando espaço pra mais nada
Ah, essa tua boca vermelha
Que me chama e ao mesmo tempo cospe fogo
Não nega que deseja o meu veneno
E nem clama pela minha atenção
Mas ó, faz isso comigo não!
Ah, ah, faz isso comigo não!
Ah, esses olhos negros
Que me hipnotizam e me assustam
Ah, se eu pudesse entender
Como um rosto tão bonito
Esmaga e estraçalha um pobre coração
Mas ó, faz isso comigo não!
Ah, ah, faz isso comigo não!
Não me provoque, não me venha com segundas intenções
Pois sou capaz de te fazer sentir como você deseja
O meu veneno é droga forte injetada no coração
Ele é um bem que faz valer cada minuto da doença
Não se retenha nem contenha as segundas intenções
Eu sou capaz de pagar caro pra fazer você feliz
Eu soube o que eu queria ao despertar daquele sonho
Você é criança arteira que faz cara de mal
Mas ó, faz isso comigo não!
Ah, ah, faz isso comigo não!
Tina Jeitosa
Ah, esos ojos negros
Que me cautivaron y me dan miedo
Ah, esa piel clara
Que deslumbra mi visión
Y me hace guardar tu semblante
No dejando espacio para nada más
Ah, esa boca roja tuya
Que me llama y al mismo tiempo escupe fuego
No niega que desea mi veneno
Y no clama por mi atención
¡Pero oye, no hagas eso conmigo!
Ah, ah, ¡no hagas eso conmigo!
Ah, esos ojos negros
Que me hipnotizan y me asustan
Ah, si pudiera entender
Cómo un rostro tan bonito
Destroza un pobre corazón
¡Pero oye, no hagas eso conmigo!
Ah, ah, ¡no hagas eso conmigo!
No me provoques, no vengas con segundas intenciones
Porque soy capaz de hacerte sentir como deseas
Mi veneno es una droga fuerte inyectada en el corazón
Es un bien que hace que cada minuto de la enfermedad valga la pena
No te detengas ni contengas las segundas intenciones
Soy capaz de pagar caro para hacerte feliz
Supe lo que quería al despertar de ese sueño
Eres un niño travieso que pone cara de malo
¡Pero oye, no hagas eso conmigo!
Ah, ah, ¡no hagas eso conmigo!
Escrita por: Silvio Furtado