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Normandía

ARDUO.

normandia

O que era da minha vida lá atrás
Quando eu já nem olhava mais
As aroeiras, as baraúnas
Se a poeira não era areia
Mas sim fumaça com mais baratas
Menos saúvas, milhões de pregos, nenhum sagui?
Só me vinha cheiro de rato
Barulho de rato
O branco das vistas e cinzas de rato
Se bem jamais dei falta dos saruês
Só me vinha cheiro de rato
Se bem um dia me disseram que

Veja, só veja
Existe uma guerra
Secreta, eterna, interna
Travada, trovada
De balas e de bombas
Barulhos, rumores, ruídos, chiados de chuva
Os pingos aos montes
Aos poucos se montam
Às nossas costas
Mas veja, só veja
Mochilas não são bagagens
Nem toda praia é normandia

O que era da minha vida lá atrás
Quando eu já nem olhava mais
As aroeiras, as baraúnas
Se a poeira não era areia
Mas sim fumaça com mais baratas
Menos saúvas, milhões de pregos, nenhum sagui?
Só me vinha cheiro de rato
Barulho de rato
O branco das vistas e cinzas de rato
Se bem jamais dei falta dos saruês
Só me vinha cheiro de rato
Se bem um dia me disseram que

Veja, só veja
Existe uma guerra
Secreta, eterna, interna
Travada, trovada
De balas e de bombas
Barulhos, rumores, ruídos, chiados de chuva
Os pingos aos montes
Aos poucos se montam
Às nossas costas
Mas veja, só veja
Mochilas não são bagagens
Nem toda praia é normandia

Normandía

¿Qué era de mi vida antes?
Cuando ya ni miraba más
Las aroeiras, las baraúnas
Si el polvo no era arena
Sino humo con más cucarachas
Menos saúvas, millones de clavos, ¿ningún tití?
Solo me llegaba olor a rata
Ruido de rata
El blanco de la vista y cenizas de rata
Aunque nunca extrañé a los sarués
Solo me llegaba olor a rata
Aunque un día me dijeron que

Mira, solo mira
Existe una guerra
Secreta, eterna, interna
Librada, retumbante
De balas y de bombas
Ruidos, rumores, sonidos, chisporroteos de lluvia
Las gotas a montones
Poco a poco se arman
A nuestras espaldas
Pero mira, solo mira
Las mochilas no son equipaje
Ni toda playa es normandía

¿Qué era de mi vida antes?
Cuando ya ni miraba más
Las aroeiras, las baraúnas
Si el polvo no era arena
Sino humo con más cucarachas
Menos saúvas, millones de clavos, ¿ningún tití?
Solo me llegaba olor a rata
Ruido de rata
El blanco de la vista y cenizas de rata
Aunque nunca extrañé a los sarués
Solo me llegaba olor a rata
Aunque un día me dijeron que

Mira, solo mira
Existe una guerra
Secreta, eterna, interna
Librada, retumbante
De balas y de bombas
Ruidos, rumores, sonidos, chisporroteos de lluvia
Las gotas a montones
Poco a poco se arman
A nuestras espaldas
Pero mira, solo mira
Las mochilas no son equipaje
Ni toda playa es normandía

Escrita por: Leonardo Werdan, Sávio de Matos