Cheira a Confusão
Ela é da pá-virada e só gosta do que é bom
Uma gata encantada, pelas Brumas de Avalon
Quando voa, tá ligada
Dando teco em Rolling Stone
Satisfaction, moçada
É seu bum-bum de escorpião
Não sei não, não sei não, não sei não
Não sei não, não sei não, não sei não
Não sei não, não sei não, não sei não
Cheira a confusão
Ela anda apaixonada pelas noites do verão
Uma curva de autoestrada pra quem vem na contramão
E seu amor são seus perigos
Uma esfinge de prazer
Um mistério tão antigo
Tudo pode acontecer
Não sei não, não sei não, não sei não
Não sei não, não sei não, não sei não
Não sei não, não sei não, não sei não
Cheira a confusão
Dez e meia da noite
Cinderela sobe num salto alto, dá telefonemas
E sai por aí incendiando gasolina
Onze e pau, ela chega no bar
Cheia de bico, cheia de beijos
Dá um rolé fazendo número, chamando a maior atenção
De repente, meia noite!
Uma pá de vampiro de olho nela
E ela lá, só olhando!
Bingo!
Grita um yuppie rasgando o talão de cheque
E ela lá, só olhando!
Os torpedos começam a explodir na mesa
Ela se levanta
Passa por um ex-namorado, dribla o garçom e gol!
Ela já tá lá no banheiro, cheia de orgulho, cheia de disposição
Duas da madrugada
Ela já tá dando o maior mole à boca mole!
Principalmente pro traficante que tá com tudo em cima
Quatro da matina, ela desatina total
Se sentindo a própria princesa de Mônaco
Começa a confundir o Príncipe Ludwig, da Baviera, com o Príncipe Hamlet, da Dinamarca
E a galera lá, só olhando
Cheira, cheira
Cheira, cheira, cheira a confusão
Cheira, cheira
Cheira, cheira, cheira a confusão
Huele a Confusión
Ella es de armas tomar y solo le gusta lo bueno
Una gata encantada, por las Brumas de Avalon
Cuando vuela, está conectada
Dando caña en Rolling Stone
Satisfacción, chicos
Es su trasero de escorpión
No sé, no sé, no sé
No sé, no sé, no sé
No sé, no sé, no sé
Huele a confusión
Ella anda enamorada de las noches de verano
Una curva de autopista para quien va en sentido contrario
Y su amor son sus peligros
Una esfinge de placer
Un misterio tan antiguo
Todo puede suceder
No sé, no sé, no sé
No sé, no sé, no sé
No sé, no sé, no sé
Huele a confusión
Diez y media de la noche
Cenicienta se sube a unos tacones altos, hace llamadas
Y sale por ahí incendiando gasolina
Once en punto, llega al bar
Llena de picardía, llena de besos
Da vueltas llamando la atención
De repente, ¡medianoche!
Un montón de vampiros la miran
Y ella ahí, solo mirando
¡Bingo!
Grita un yuppie rasgando el talonario de cheques
Y ella ahí, solo mirando
Los mensajes empiezan a explotar en la mesa
Se levanta
Pasa por un ex, esquiva al camarero y ¡gol!
Ya está en el baño, llena de orgullo, llena de energía
Dos de la madrugada
Ya está coqueteando con la boca dulce
Sobre todo con el traficante que la tiene en la mira
Cuatro de la mañana, pierde totalmente el control
Sintiéndose la propia princesa de Mónaco
Empieza a confundir al Príncipe Ludwig, de Baviera, con el Príncipe Hamlet, de Dinamarca
Y la gente ahí, solo mirando
Huele, huele
Huele, huele, huele a confusión
Huele, huele
Huele, huele, huele a confusión