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El Nuevo Cielo

Arquivo Morto

O Novo Céu

O novo céu
Sem perceber fiquei dando voltas e cheguei em casa as 7 horas da manhã
Então deitei e nem bem fiquei, já levantei e a boca eu enxaguei
Põe o sapato, terno alinhado para tentar disfarçar
Tuas tristezas mais belas
Tuas desculpas sinceras
Escolheu a espada, sangra a navalha em teu rosto jovial
Sentiu todo o peso da guerra, que havia entre o céu e a terra
Segue no mesmo caminho, não sabe se para ou se vai terminar
Não seje assim tão incrédulo, você já está nessa há séculos

Logo ali mais acima nasce o sol da manhã
E amanhã ninguém lembra de você
Foi preciso dar voltas e chegar de manhã
Café da manhã e um bilhete no cinzeiro
E a esta altura não vão nem dizer
E nem lembrar, enfim...
Aquele velho segredo
Que eu já conheço e cansei de espalhar

El Nuevo Cielo

El nuevo cielo
Sin darme cuenta di vueltas y llegué a casa a las 7 de la mañana
Entonces me acosté y apenas me quedé, ya me levanté y enjuagué mi boca
Ponte los zapatos, traje alineado para intentar disimular
Tus tristezas más hermosas
Tus disculpas sinceras
Escogiste la espada, sangra la navaja en tu rostro jovial
Sentiste todo el peso de la guerra, que había entre el cielo y la tierra
Sigue en el mismo camino, no sabe si parar o si va a terminar
No seas tan incrédulo, llevas siglos en esto

Justo allí arriba nace el sol de la mañana
Y mañana nadie se acordará de ti
Fue necesario dar vueltas y llegar por la mañana
Desayuno y una nota en el cenicero
Y a estas alturas ni siquiera van a decir
Ni recordar, en fin...
Aquel viejo secreto
Que ya conozco y me cansé de esparcir

Escrita por: Pedro Regges