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Un Talismán Para Iaiá (1977)

Arrastão de Cascadura

Um Talismã Para Iaiá (1977)

Revendo as histórias encantadas
Da colonização do meu Brasil
Encontro a melodia pra contar
O tema é um talismã para Iaiá (lalaiá)
Vivia na mata virgem
Uma negra de tom reluzente
Era órfã e por isso carente
De amigos escondia a sua dor
Por isso, imaginava o seu amor
E o uirapuru
Em seu canto violado
Encontra o amado Zumbi acordado
Então gorjeia assim este recado

Plante a roça gongá
E não vá desperdiçar (Bis)
Protege a fauna gongá
Para Anhangá lhe ajudar

Que maravilha
É madrugada
Quase amanhecendo o dia
Aparece a negra faceira
Pronta para trabalhar
Puseram sobre a folha da bananeira
A massa preparada sem cansar
E o encanto calunga começou a deslumbrar

Ô Iaiá
Como o último a caçar (Bis)
Para com Donga você se casar

Un Talismán Para Iaiá (1977)

Revisando las historias encantadas
De la colonización de mi Brasil
Encuentro la melodía para contar
El tema es un talismán para Iaiá (lalaiá)
Vivía en la selva virgen
Una negra de tono reluciente
Era huérfana y por eso carente
De amigos escondía su dolor
Por eso, imaginaba su amor
Y el uirapuru
En su canto violado
Encuentra al amado Zumbi despierto
Entonces gorjea así este mensaje

Siembra la huerta gongá
Y no vayas a desperdiciar (Bis)
Protege la fauna gongá
Para que Anhangá te ayude

Qué maravilla
Es madrugada
Casi amaneciendo el día
Aparece la negra coqueta
Lista para trabajar
Pusieron sobre la hoja del plátano
La masa preparada sin cansarse
Y el encanto calunga comenzó a deslumbrar

Oh Iaiá
Como la última en cazar (Bis)
Para casarte con Donga

Escrita por: Barreto / Nilton Lemos