Neném
Neném, neném, neném
És meu, de mais ninguém
Se queres que eu te mate, neném
Te mato, meu bem e morro também
Amor fatal!
Os nossos retratinhos sairão
Na quarta edição do jornal
A vida toda desorganizada
Com a bossa virada!
À beira de um precipício!
Vou acabar tendo a sorte da perua
Sem poder andar na rua
Internada no hospício!
A malandragem não valeu de nada
Eu estou abafada!
Estou num beco sem saída!
Ou tu acabas uma vez
Com a vadiagem
Ou me encho de coragem
E escangalho a tua vida!
Neném
Neném, neném, neném
Eres mío, de nadie más
Si quieres que te mate, neném
Te mato, mi amor y también muero
¡Amor fatal!
Nuestros retratos saldrán
En la cuarta edición del periódico
Toda la vida desorganizada
Con la onda cambiada
¡Al borde de un precipicio!
Terminaré teniendo la suerte de la loca
Sin poder caminar por la calle
¡Internada en el manicomio!
La astucia no sirvió de nada
¡Estoy en apuros!
¡Estoy en un callejón sin salida!
O acabas de una vez
Con la vagancia
O me lleno de valor
¡Y destrozo tu vida!
Escrita por: Ary Barroso / Luiz Peixoto