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Voces

Asfixia Social

Vozes

Tão brutal como a voz da tempestade
Como os raios que parte todos os moldes da cidade
Parte as propagandas que propagam o uniforme da Elite
Quebrando fôrmas e formas de um país onde igualdade não existe

É tão violenta quanto a voz de um tornado pra te destruir
Confiar no teu estado
Senhores da terra, ladrões latifundiários
Vocês não tem a vez, nem a voz no meu senado
Meu povo não te ouve porque a tua mentira não esconde
Os massacres de ontem, de antes de ontem

Assassinatos variados onde a lei vos corresponde
Crimes chocantes, subornos que vão longe
Para o miserável, tudo tarda e sempre falha
A impunidade mata e cala sem bala

Uns cegos, uns surdos e uns mudos
Da nação da ignorância
Resistimos pra mudar o mundo!

Atenção! Donos do poder absoluto
A sua violência não vai nos deixar de luto
Não vamos nos calar
Já estamos putos
Não vou me calar! É por justiça que eu luto!

Revolução, vozes de rebeldia!
Era tudo que o estado não queria
Revolução a cada dia!
Queremos igualdade, queira ou não a burguesia!

Voces

Tan brutal como la voz de la tormenta
Como los rayos que rompen todos los moldes de la ciudad
Rompe los anuncios que propagan el uniforme de la Élite
Rompiendo formas y formas de un país donde la igualdad no existe

Es tan violenta como la voz de un tornado para destruirte
Confiar en tu estado
Señores de la tierra, ladrones latifundistas
Ustedes no tienen lugar, ni voz en mi senado
Mi pueblo no te escucha porque tu mentira no oculta
Las masacres de ayer, de antes de ayer

Asesinatos variados donde la ley os corresponde
Crímenes impactantes, sobornos que van lejos
Para el miserable, todo tarda y siempre falla
La impunidad mata y calla sin bala

Unos ciegos, unos sordos y unos mudos
De la nación de la ignorancia
¡Resistimos para cambiar el mundo!

¡Atención! Dueños del poder absoluto
Su violencia no nos dejará de luto
No nos vamos a callar
Ya estamos hartos
¡No me voy a callar! ¡Es por justicia que lucho!

¡Revolución, voces de rebeldía!
Era todo lo que el estado no quería
¡Revolución cada día!
¡Queremos igualdad, quiera o no la burguesía!

Escrita por: Gonçalves / Henriquett / Kaneda