A Freira e o Paraibano
Me diz onde você está no meio da multidão
Já que seu bloco saiu quando o meu chegou
Me diz onde você está no meio da procissão
Já que essa noite não verá o dia tão cedo
Atrás vem a procissão, a imagem é o estandarte
E quem carrega leva a procissão nos ombros
Assim caminha a multidão, o estandarte é a imagem
E quem carrega leva a multidão nos ombros
Meu coração de pedra, teu sangue de barro
Meu estandarte, o teu confessionário
Vou seguir à procissão
Subindo ruas e ladeiras, vou ser o que tiver que ser
Devoto ou folião
Devoto ou folião
Se meu coração de pedra não bater e teu sangue de barro não pulsar
Vou seguir à multidão, vou ser o que tiver que ser
Devoto ou folião
Meu coração de pedra, teu sangue de barro
Meu estandarte, o teu confessionário
La Monja y el Paraguayo
Dime dónde estás en medio de la multitud
Ya que tu grupo salió cuando el mío llegó
Dime dónde estás en medio de la procesión
Ya que esta noche no verá el día tan pronto
Detrás viene la procesión, la imagen es el estandarte
Y quien lo lleva carga la procesión en los hombros
Así avanza la multitud, el estandarte es la imagen
Y quien lo lleva carga a la multitud en los hombros
Mi corazón de piedra, tu sangre de barro
Mi estandarte, tu confesionario
Voy a seguir la procesión
Subiendo calles y cuestas, seré lo que deba ser
Devoto o fiestero
Devoto o fiestero
Si mi corazón de piedra no late y tu sangre de barro no pulsa
Seguiré a la multitud, seré lo que deba ser
Devoto o fiestero
Mi corazón de piedra, tu sangre de barro
Mi estandarte, tu confesionario