395px

La Esfinge de la Palabra

Audsandro

A Esfinge da Palavra

Viver é ser feliz ou ser útil
É ser bom, ter prazer ou ter poder
É seguir a lei, a religião ou psicanalista
É ser o anti-herói, é não ter regras
É sonhar outra vida como recompensa ou buscar status, luxo e o ter
É não confiar em ninguém, ser eremita, ou odiar o mundo e viver nas trevas

E você do que quer reclamar?

O templo acalma e conforma, impede a crítica contra o patrão
Os jornais fazem a hipnose nossa de cada dia
Educam com a cartilha dos bancos
A festa faz a vida menos horrível
A família conforta com o perdão
Enquanto a miséria é sem voz invisível e banida para fora do centro da cidade

E você do que quer reclamar?

O mundo é dos bancos e das grandes empresas
A classe média mantém a ordem
A esmola para os famintos dá bons votos, impede a crítica e a contestação
A novela, o jogo e a festa (pão e circo) esvaziam a alma, entorpecem
O trabalho mecânico cria zumbis, mortos-vivos
E o porre faz esquecer a escravidão!

E você do que quer reclamar?

Status, rótulo, labeling aprouch versus ética, boa intenção e justiça
Não se vê o caráter do bom orador
Atrás dos óculos pode haver anjos ou demônios
A lei é feita pelo e para o dinheiro
Quais as morais são legítimas?
O homem é um animal com lembranças, é herói, é malandro de terno e sonhos
E você do que quer reclamar?

O fim da pena é vingar ou prevenir
É intimidar ou ressocializar
O castigo constrange o réu ou a sociedade
Ou é sofisma para compra de voto
O exército da miséria é tão útil, perpetua o poder tão bipolar
Os bancos escravizam, são os reis, compram o tempo, trabalho, o feijão e o sonho

E você do que quer reclamar?

Quatro meses por ano de trabalho são tributados, não sobra nem para comer
Só trabalho e educação diminuem o crime
A estatística mostra a solução!
Distribuição de renda é a única igualdade. Pacta sunt servanda versus dignidade
Mínimo existencial versus reserva do possível
Moradia, saúde ou intervenção!

E você do que quer reclamar?

Sub e superfaturamento nas licitações, desvio de verba, contratos fraudulentos
Improbidade, escusas prioridades e a sombra eterna de uma nova ditadura
Direito alternativo e legitimidade popular
E o legislador da usura e dos meios de produção
Os costumes e as morais são subsidiários
Garantismo, punitivismo ou populismo

E você do que quer reclamar?

Contraditório e ampla defesa, devido processo
Mas e o ser puro como as crianças
E o não mentir, nem em pensamento? E a palavra dada? E as tais bem-aventuranças?
E a sede de justiça e o respeito?
O amor morreu! Tudo é interesse!
E vaidade, tudo é vaidade! Tudo é orgulho, no fim, infarto de estresse!
E você do que quer reclamar?

Determinismos versus livre arbítrio
Experiências de quase morte e vícios, DNA, mutação genética, seleção natural
Gene mortal, reprodução, perpetuação da espécie
Criacionismo versus evolucionismo; teoria das cordas multiversos big bang
Dopaminas, serotoninas, feromônios
Holy worms, reflexo condicionado, fótons, quarks, bosons de higgs

E você do que quer reclamar?

Reencarnação versus juízo final
Espíritos voltam ou são todos do mal?
Orgulho, preconceito versus megalomania; respeito versus tolerância
Economia, sexo, poder versus igualdade material
Tristeza, solidão, depressão
Depois da morte versus antes do começo
O choro do nascimento versus o riso do fim

E você do que quer reclamar?

Duvidar é caminhar
Questionar é revolução
Sonhar é transformar
Viver é ter ação
É preciso gritar
O discurso cria a nação!

E você do que quer reclamar?

La Esfinge de la Palabra

Vivir es ser feliz o ser útil
Es ser bueno, tener placer o tener poder
Es seguir la ley, la religión o el psicoanalista
Es ser el anti-héroe, es no tener reglas
Es soñar otra vida como recompensa o buscar estatus, lujo y posesiones
Es no confiar en nadie, ser ermitaño, odiar el mundo y vivir en las sombras

¿Y tú de qué quieres quejarte?

El templo calma y conforma, impide la crítica contra el jefe
Los periódicos nos hipnotizan día a día
Educan con la doctrina de los bancos
La fiesta hace la vida menos horrible
La familia reconforta con el perdón
Mientras la miseria es invisible y desterrada al margen de la ciudad

¿Y tú de qué quieres quejarte?

El mundo es de los bancos y las grandes empresas
La clase media mantiene el orden
La limosna para los hambrientos da buenos votos, impide la crítica y la contestación
La novela, el juego y la fiesta (pan y circo) vacían el alma, adormecen
El trabajo mecánico crea zombis, muertos vivientes
¡Y la borrachera hace olvidar la esclavitud!

¿Y tú de qué quieres quejarte?

Estatus, etiqueta, enfoque de etiquetado versus ética, buena intención y justicia
No se ve el carácter del buen orador
Detrás de los lentes puede haber ángeles o demonios
La ley está hecha por y para el dinero
¿Cuáles morales son legítimas?
El hombre es un animal con recuerdos, es héroe, es pillo de traje y sueños
¿Y tú de qué quieres quejarte?

El fin de la pena es vengar o prevenir
Es intimidar o resocializar
El castigo avergüenza al acusado o a la sociedad
O es sofisma para comprar votos
El ejército de la miseria es tan útil, perpetúa el poder tan bipolar
Los bancos esclavizan, son los reyes, compran el tiempo, el trabajo, los frijoles y el sueño

¿Y tú de qué quieres quejarte?

Cuatro meses al año de trabajo son gravados, no queda ni para comer
Solo trabajo y educación disminuyen el crimen
¡La estadística muestra la solución!
Distribución de ingresos es la única igualdad. Pacta sunt servanda versus dignidad
Mínimo vital versus reserva de lo posible
¿Vivienda, salud o intervención?

¿Y tú de qué quieres quejarte?

Sobre y subfacturación en las licitaciones, desvío de fondos, contratos fraudulentos
Improbidad, excusas prioridades y la sombra eterna de una nueva dictadura
Derecho alternativo y legitimidad popular
Y el legislador de la usura y de los medios de producción
Las costumbres y las morales son subsidiarias
Garantismo, punitivismo o populismo

¿Y tú de qué quieres quejarte?

Contradicción y amplia defensa, debido proceso
Pero ¿y el ser puro como los niños?
¿Y el no mentir, ni siquiera en pensamiento? ¿Y la palabra dada? ¿Y las tales bienaventuranzas?
¿Y la sed de justicia y el respeto?
¡El amor murió! ¡Todo es interés!
¡Y vanidad, todo es vanidad! ¡Todo es orgullo, al final, infarto de estrés!
¿Y tú de qué quieres quejarte?

Determinismos versus libre albedrío
Experiencias cercanas a la muerte y vicios, ADN, mutación genética, selección natural
Gen mortal, reproducción, perpetuación de la especie
Creacionismo versus evolucionismo; teoría de cuerdas, multiversos, big bang
Dopaminas, serotoninas, feromonas
Gusanos sagrados, reflejo condicionado, fotones, quarks, bosones de Higgs

¿Y tú de qué quieres quejarte?

Reencarnación versus juicio final
¿Los espíritus regresan o todos son malvados?
Orgullo, prejuicio versus megalomanía; respeto versus tolerancia
Economía, sexo, poder versus igualdad material
Tristeza, soledad, depresión
Después de la muerte versus antes del comienzo
El llanto del nacimiento versus la risa del final

¿Y tú de qué quieres quejarte?

Dudar es caminar
Cuestionar es revolución
Soñar es transformar
Vivir es tener acción
Es necesario gritar
¡El discurso crea la nación!

¿Y tú de qué quieres quejarte?

Escrita por: Audsandro 409232874