Covardemente
Nada mais me prende aqui
Luzes, sombras ou desejos de herói
Paciente o medo nos contém presos a palavras de consolo
Ou quem sabe atenção, a quem vê outra razão
Pra viver
Outra noite no escuro mais escuro que não vi
Já não enxergo nada
Outra vida solta ao ar, ao vento, ao léu, a qualquer coisa
Mas que vida ingrata
Ou quem sabe a ingratidão, não vem do coração
De nós mesmos?
Refrão:
Mas estamos covardemente bem, vivendo a vida como nada
Mas estamos covardemente sem coragem pra nos salvar (nos salvar de nós mesmos)
Nos perdemos num maldito orgulho natural
Por que me fez acreditar?
Covardemente perdemos o controle da situação
Nos perdemos de graça!!!
Mas se não há controle não, por que fingir que as coisas são
Controladas?
Repete o Refrão.
Covardemente
Nada más me retiene aquí
Luces, sombras o deseos de héroe
Paciente el miedo nos contiene presos a palabras de consuelo
O tal vez atención, a quien ve otra razón
Para vivir
Otra noche en la oscuridad más oscura que no vi
Ya no veo nada
Otra vida suelta al aire, al viento, al azar, a cualquier cosa
¡Pero qué vida ingrata!
O tal vez la ingratitud, ¿no viene del corazón
De nosotros mismos?
Coro:
Pero estamos cobardemente bien, viviendo la vida como si nada
Pero estamos cobardemente sin coraje para salvarnos (salvarnos de nosotros mismos)
Nos perdemos en un maldito orgullo natural
¿Por qué me hiciste creer?
Cobardemente perdemos el control de la situación
¡Nos perdemos sin razón!
Pero si no hay control, ¿por qué fingir que las cosas están
Controladas?
Repite el Coro.
Escrita por: LEONARDO SOUZA