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El Precio de la Vulgaridad

Autoreverso

O Preço da Vulgaridade

O preço da Vulgaridade

Vulgo voraz o vulgar dessa sua vulgaridade atroz
Na verdade é melancolia, vergonha dessa sua carência
Que vive a se confundir com inexplicável segurança
Ela é cheia de banalidade

Quem é que vai dizer?
Será que o seu desejo é o seu querer?
O pudor de um beijo não pertence a ti
Não faça mais promessas se não puder cumprir

Faz dos consumados fatos seus troféus, e ergue a todos
Nunca há olhos pra ti
Ela faz descaso dos casos, revela seu gosto pelo desgosto
Ela é cheia de futilidade

Quem é que vai querer?
Será que o seu desejo é o seu dizer?
O pudor de um beijo não pertence a ti
Não faça mais promessas pra mim

Quem pensa ser? Atinge a todos.
Agride a todos. Confunde a mim.
Quem dirá? Quem de gigante ousadia ousou dizer?
Andas para trás como quem se orgulha
Dessas suas atitudes...
Virtudes?virtudes?virtudes?

Ainda vem dizer que um dia todo mundo já foi vil...

El Precio de la Vulgaridad

El precio de la Vulgaridad

Apodado voraz, lo vulgar de tu vulgaridad atroz
En realidad es melancolía, vergüenza de tu carencia
Que vive confundiéndose con inexplicable seguridad
Está llena de banalidad

¿Quién lo dirá?
¿Será que tu deseo es tu querer?
El pudor de un beso no te pertenece
No hagas más promesas si no puedes cumplir

Hace de los hechos consumados sus trofeos, y se eleva sobre todos
Nunca hay ojos para ti
Ella hace caso omiso de los casos, revela su gusto por el disgusto
Está llena de futilidad

¿Quién lo querrá?
¿Será que tu deseo es tu decir?
El pudor de un beso no te pertenece
No hagas más promesas para mí

¿Quién crees ser? Afecta a todos.
Agravia a todos. Me confunde.
¿Quién dirá? ¿Quién con gigante osadía se atrevió a decir?
Andas hacia atrás como quien se enorgullece
De esas actitudes tuyas...
¿Virtudes? ¿virtudes? ¿virtudes?

Todavía vienes a decir que un día todo el mundo fue vil...

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