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Antónimo

Avaré e Jataí

Antônimo

Nasci nesta maravilha
Eu amo esta nação
Com meus irmãos brasileiros
Não tenho preocupação
A nossa classe política
Respeita o cidadão
Mas se o crime cometer
Logo vão se arrepender
É severa a punição

Por aqui não tem favela
Todos têm onde morar
Aqui não tem mensalão
Ninguém nunca ouviu falar
E no transporte de massa
Dá gosto a gente andar
Passageiros estão sorrindo
Quando estão vindo ou indo
Tem banco para sentar

Veja nossas rodovias
Em perfeita situação
Olhe nossa Amazônia
Lá não tem destruição
Aqui temos segurança
Pra nossa população
Aqui não tem falcatrua
Não tem criança na rua
Nem roubo e corrupção

Aqui ninguém passa fome
Todos têm o que comer
A nossa saúde pública
Dá orgulho a gente ver
Os direitos são iguais
É verdade, pode crer
Em qualquer situação
Se gritar, pega ladrão
Aqui ninguém vai correr

Oh! meu querido Jesus
Foi a Vós que prometi
Que não ia mentir mais
Fui obrigado a mentir
Fui obrigado a mentir

Antónimo

Nací en esta maravilla
Amo a esta nación
Con mis hermanos brasileños
No tengo preocupación
Nuestra clase política
Respeta al ciudadano
Pero si comete un crimen
Pronto se arrepentirán
La punición es severa

Aquí no hay villas miseria
Todos tienen donde vivir
Aquí no hay mensalão
Nadie nunca escuchó hablar
Y en el transporte público
Es un gusto andar
Los pasajeros sonríen
Cuando van o vienen
Hay asientos para sentarse

Mira nuestras carreteras
En perfecto estado
Observa nuestra Amazonía
Allí no hay destrucción
Aquí tenemos seguridad
Para nuestra población
Aquí no hay trampas
No hay niños en la calle
Ni robo ni corrupción

Aquí nadie pasa hambre
Todos tienen qué comer
Nuestra salud pública
Nos llena de orgullo
Los derechos son iguales
Es verdad, créelo
En cualquier situación
Si gritas '¡atrapen al ladrón!'
Aquí nadie huirá

¡Oh, mi querido Jesús!
A ti te prometí
Que no mentiría más
Me vi obligado a mentir
Me vi obligado a mentir

Escrita por: Avaré / Chico Mota