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Más Allá del Cielo en Mis Manos

Ave Máquina

Além do Céu Em Minhas Mãos

Não vou beber dessa chuva
Das águas turvas do mar
O sangue de toda guerra
Desagua no mesmo lar

Me deixa só, no meu canto
Às margens do rio cantar
Vem que meu pranto da chuva
Que vai lavrar meu lugar

Nada de novo me importa nessa hora
Além do céu em minhas mãos
Não sei morrer de outra forma
Fim da história
E eu não abro mão
Eu não abro mão

Desata o véu que me engana
As velas ao vento, zarpar
Partir, reencontrar pindorama
Nas ruas de outro lugar

Nada de novo me importa nessa hora
Além do céu em minhas mãos
Não sei morrer de outra forma
Fim da história
E eu não abro mão
Eu não abro mão

Más Allá del Cielo en Mis Manos

No voy a beber de esta lluvia
De las aguas turbias del mar
La sangre de toda guerra
Desemboca en el mismo hogar

Déjame solo, en mi rincón
En las orillas del río cantar
Ven que mi llanto de la lluvia
Que va a labrar mi lugar

Nada nuevo me importa en este momento
Más allá del cielo en mis manos
No sé morir de otra manera
Fin de la historia
Y yo no cedo
Yo no cedo

Desata el velo que me engaña
Las velas al viento, zarpar
Partir, reencontrar pindorama
En las calles de otro lugar

Nada nuevo me importa en este momento
Más allá del cielo en mis manos
No sé morir de otra manera
Fin de la historia
Y yo no cedo
Yo no cedo

Escrita por: Rafael Monteiro