Abutre - Arthur Cervero (Ordem Paranormal)
Já cansei de falhar, cicatrizes marcam os erros
Juro não atrapalhar mesmo perdendo meus membros
Posso não ser capaz, mas ao menos cheguei perto
Não vou ver mais ninguém morrer, olhos sempre abertos
Já cansei de falhar, cicatrizes marcam os erros
Juro não atrapalhar mesmo perdendo meus membros
Posso não ser capaz, mas ao menos cheguei perto
Não vou ver mais ninguém morrer, olhos sempre abertos
Olha essas poças de sangue, pra todos abutres não tinha saída
Caindo no chão mas eu vi de relance, meu pai tirar a própria vida
Murilo, Marcelo, Ivan e Gregório, mortes que compõem a neblina
Não tem mais moedas pra tantos velórios, espirais do Deus parasita
(Santo)
Corre corre em meio a tempestade, a morte te engole, e envelhece sua alma
Décadas passando em poucos segundos, tortura infinita, pude fazer nada
Thiago me mostre de onde vem essa força que faz você se entregar na batalha
Sacrifícios nem sempre são justos, escolhas erradas te queimando em suas casas
Juro eu não vou mais deixar
Nenhum de vocês cair
Não tem como mais voltar
Então eu dou tudo de mim
Já cansei de falhar, cicatrizes marcam os erros
Juro não atrapalhar mesmo perdendo meus membros
Posso não ser capaz, mas ao menos cheguei perto
Não vou ver mais ninguém morrer, olhos sempre abertos
Já cansei de falhar, cicatrizes marcam os erros
Juro não atrapalhar mesmo perdendo meus membros
Posso não ser capaz, mas ao menos cheguei perto
Não vou ver mais ninguém morrer, olhos sempre abertos
Anjo da Noite, assim você se foi
Mascarado, o que cê fez com o Joui?
O último que sobrou vendo olhos nas frestas
O último que conhece o segredo na floresta
Então Verissimo eu sigo por nós
Pode deixar que eu carrego a dor
Um abutre sobrevoa o solo
Que agora serve pra guardar quem foi
(Um abutre sobrevoa o solo)
(Que agora serve pra guardar quem foi)
Buitre - Arthur Cervero (Orden Paranormal)
Estoy cansado de fallar, las cicatrices marcan mis errores
Juro no estorbar aunque pierda mis extremidades
Quizás no pueda hacerlo, pero al menos estuve cerca
No veré morir a nadie más, los ojos siempre abiertos
Estoy cansado de fallar, las cicatrices marcan mis errores
Juro no estorbar aunque pierda mis extremidades
Quizás no pueda hacerlo, pero al menos estuve cerca
No veré morir a nadie más, los ojos siempre abiertos
Mira estos charcos de sangre, para todos los buitres no había salida
Cayendo al suelo pero vi un atisbo de mi padre quitándose la vida
Murilo, Marcelo, Ivan y Gregório, muertes que componen la niebla
Ya no hay monedas para tantos velorios, espirales del Dios parásito
(Santo)
Corre corre en medio de la tormenta, la muerte te traga y tu alma envejece
Décadas pasando en unos segundos, tortura infinita, no pude hacer nada
Thiago, muéstrame de dónde viene esa fuerza que te hace comprometerte con la batalla
Los sacrificios no siempre son justos, las decisiones equivocadas os queman en vuestros hogares
te juro que no te dejaré ir más
Ninguno de ustedes cae
no hay vuelta atrás
Así que lo doy todo
Estoy cansado de fallar, las cicatrices marcan mis errores
Juro no estorbar aunque pierda mis extremidades
Quizás no pueda hacerlo, pero al menos estuve cerca
No veré morir a nadie más, los ojos siempre abiertos
Estoy cansado de fallar, las cicatrices marcan mis errores
Juro no estorbar aunque pierda mis extremidades
Quizás no pueda hacerlo, pero al menos estuve cerca
No veré morir a nadie más, los ojos siempre abiertos
Ángel de la noche, entonces te has ido
Enmascarado, ¿qué hiciste con Joui?
El último que quedó viendo ojos en las grietas
El último que conoce el secreto en el bosque
Entonces Verissimo lo sigo por nosotros
Puedes dejarme llevar el dolor
Un buitre vuela sobre el suelo
Que ahora sirve para proteger a quien fue
(Un buitre vuela sobre el suelo)
(Que ahora sirve para conservar quien era)