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El Puente

Ayam Ubráis Barco

A Ponte

Mais um dia roubado da morte
Não se trata de sorte prá adivinhar cartas marcadas
De tudo aquilo que tiver de guardar
Guarda o teu coração, pois dele que virá todas as certezas

O que sei é que já fui muitas vezes essa multidão

De achados e perdidos
Desencontrados de si próprios
Afundados na indiferença dos próximos distantes
E já fui os dedos esfolados
Nos acordes do bluseiro enganado e
Cometi vários crimes que não cometi

¿Fazer o quê
Quando se é tudo que inventaram e
Nem ao menos lhe disseram?

Na contramão do caminho
Machucado por tanto espinho
Você não vai estar sozinho
Pois todos os que aqui estiveram nunca nos deixaram, estão entre nós
Sempre a declarar
Um dia ela há de voltar
Sempre a declamar
Um dia ela há de voltar

¡Vem que você ainda pode lutar!
¡ Vem... você ainda pode mudar!
¡Vem que você ainda pode amar!
¡Vem que você ainda pode mudar!
¡Vem... você ainda pode amar!
¡Vem que você ainda pode lutar!

El Puente

Un día más robado a la muerte
No se trata de suerte para adivinar cartas marcadas
De todo lo que tengas que guardar
Guarda tu corazón, porque de él vendrán todas las certezas

Lo que sé es que muchas veces fui esa multitud

De encontrados y perdidos
Desencontrados consigo mismos
Hundidos en la indiferencia de los distantes cercanos
Y fui los dedos desgarrados
En los acordes del bluesero engañado
Y cometí varios crímenes que no cometí

¿Qué hacer
Cuando eres todo lo que inventaron
Y ni siquiera te lo dijeron?

En sentido contrario en el camino
Herido por tantas espinas
No estarás solo
Porque todos los que estuvieron aquí nunca nos abandonaron, están entre nosotros
Siempre declarando
Un día ella volverá
Siempre declamando
Un día ella volverá

¡Ven que aún puedes luchar!
¡Ven... aún puedes cambiar!
¡Ven que aún puedes amar!
¡Ven que aún puedes cambiar!
¡Ven... aún puedes amar!
¡Ven que aún puedes luchar!

Escrita por: Ayam Ubráis Barco