Parem de Matar Pessoas Pretas
Parem de matar pessoas pretas
Deixem-nos viver
Deixem-nos sonhar
Seu racismo não vai nos calar
Quantos mais tem que morrer pra tudo isso acabar
(Quantos mais Marielles, Joões e Agathas)
Deixa eu te contar
Todo boi bravo assusta
Não é só o da cara preta
Mercado clandestino
Não é mercado negro
Ruim é seu preconceito e não o meu cabelo crespo
Meu cabelo crespo
Você ri da minha pele e do meu cabelo crespo
Mulher preta não é qualquer uma e nem é tua
Se a coisa tá preta a coisa tá boa
Serviço mal feito não é serviço de preto
A cor do teu pecado é nosso sangue derramado
Parem de matar pessoas pretas
Deixem-nos viver
Deixem-nos sonhar
Seu racismo não vai nos calar
Quantos mais tem que morrer pra tudo isso acabar
(Quantos mais Marielles, Joões e Agathas)
Moreno, Mulata
O racismo disfarça
É preta a cor, humana a raça
Eu quero morar em Wakanda
Onde o negro é rei BIS
A igualdade é lei que impera
Parem de matar pessoas pretas
Deixem-nos viver
Deixem-nos sonhar
Seu racismo não vai nos calar
Quantos mais Marielles, Joões e Agathas
Dejen de matar personas negras
Dejen de matar personas negras
Déjennos vivir
Déjennos soñar
Su racismo no nos va a callar
¿Cuántos más tienen que morir para que todo esto termine?
(¿Cuántos más Marielles, Joãos y Agathas?)
Déjame contarte
Todo toro bravo asusta
No solo el de cara negra
Mercado clandestino
No es mercado negro
Lo malo es tu prejuicio y no mi cabello crespo
Mi cabello crespo
Te ríes de mi piel y de mi cabello crespo
Mujer negra no es cualquiera y no es tuya
Si la cosa está negra, la cosa está buena
Trabajo mal hecho no es trabajo de negro
El color de tu pecado es nuestra sangre derramada
Dejen de matar personas negras
Déjennos vivir
Déjennos soñar
Su racismo no nos va a callar
¿Cuántos más tienen que morir para que todo esto termine?
(¿Cuántos más Marielles, Joãos y Agathas)
Moreno, Mulata
El racismo se disfraza
Es negra la piel, humana la raza
Quiero vivir en Wakanda
Donde el negro es rey BIS
La igualdad es la ley que impera
Dejen de matar personas negras
Déjennos vivir
Déjennos soñar
Su racismo no nos va a callar
¿Cuántos más Marielles, Joãos y Agathas