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Mi Canto a Francisco Vargas

Baitaca

Meu Canto a Francisco Vargas

Dia trinta de dezembro que o meu peito entristeceu
Quando o fato aconteceu que eu passei horas amargas
Foi pior que uma descarga, causou-me aborrecimento
Junto c'o povo, eu lamento a tua morte, Francisco Vargas

Francisco Vargas partiu, pra o povo, deixou saudade
Pra os campo' da eternidade, tu tapeaste o teu chapéu
Foi presilha de um sovéu que faz falta em nosso meio
Tu deixou nosso rodeio pra camperear lá no céu

Por onde você cantava, sempre foi muito aplaudido
Tu jamais será esquecido por toda a nossa existência
Rádio de todas querência', hoje, só sua voz se expande
Tu percorreu o Rio Grande semeando inteligência

Tu foste xucro e sincero, homem honesto e de valor
E um dos maior' trovador' da minha pátria brasileira
Há tempo, a morte traiçoeira negaceava esse bagual
Se ajuntou c'o temporal pra derrubar essa tronqueira

Mi Canto a Francisco Vargas

El treinta de diciembre mi corazón se entristeció
Cuando el hecho sucedió y pasé horas amargas
Fue peor que un golpe, me causó molestia
Junto con la gente, lamento tu muerte, Francisco Vargas

Francisco Vargas se fue, dejando nostalgia al pueblo
Para los campos de la eternidad, te quitaste el sombrero
Fuiste el lazo de un pañuelo que hace falta en nuestro medio
Dejaste nuestro rodeo para cabalgar en el cielo

Donde cantabas, siempre fuiste muy aplaudido
Nunca serás olvidado en toda nuestra existencia
La radio de todas las querencias, hoy solo tu voz se expande
Recorriste el Río Grande sembrando inteligencia

Fuiste rudo y sincero, hombre honesto y valioso
Uno de los mayores trovadores de mi patria brasileña
La muerte traicionera acechaba desde hace tiempo
Se unió al temporal para derribar esta tranquera

Escrita por: Baitaca