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Nostalgia de Mi Tierra (part. Márcio Machado)

Baitaca

Saudade da Minha Terra (part. Márcio Machado)

Deixei a minha terra, meu Rio Grande amado
Pra morar em outro Estado no mesmo Brasil
Eu vivo muito bem aqui noutra cidade
Chorando de saudade do meu céu de anil

Eu trouxe por lembrança uma cuia de mate
À sombra do abacate, tomo chimarrão
Me lembro da querência quando despedi
Terra onde nasci, vive meu coração
Me lembro da querência quando despedi
Terra onde nasci, vive meu coração

Deixei a minha casa de tábua de pinho
Me lembro do carinho de uma prenda linda
As noites no Rio Grande que passei com ela
Só o retrato dela é que me resta ainda

Eu vivo muito bem aonde estou morando
Saudade me judiando, isto é problema meu
Só quem não é humano é que não tem lembrança
Dos tempos de criança e de onde nasceu
Só quem não é humano é que não tem lembrança
Dos tempos de criança e de onde nasceu

Me lembro do Rio Grande quando a noite cai
Meu sonho lá se vai ver o meu céu azul
Vagueia o pensamento passeando no pago
Beijando com afago o Rio Grande do Sul

E, quando me acordo, vem clareando o dia
Eu choro de alegria porque, em sonho, eu vi
A China, o meu cavalo, a boiada pastando
Os pássaros cantando, terra onde nasci
A China, o meu cavalo, a boiada pastando
Os pássaros cantando, terra onde nasci

Nostalgia de Mi Tierra (part. Márcio Machado)

Dejé mi tierra, mi amado Rio Grande
Para vivir en otro Estado en el mismo Brasil
Vivo muy bien aquí en otra ciudad
Llorando de nostalgia por mi cielo de azul

Traje como recuerdo un mate en la mano
A la sombra del aguacate, tomo mate
Recuerdo mi tierra cuando me despedí
Tierra donde nací, vive mi corazón
Recuerdo mi tierra cuando me despedí
Tierra donde nací, vive mi corazón

Dejé mi casa de madera de pino
Recuerdo el cariño de una hermosa dama
Las noches en Rio Grande que pasé con ella
Solo me queda su retrato

Vivo muy bien donde estoy viviendo
La nostalgia me atormenta, este es mi problema
Solo quien no es humano no tiene recuerdos
De la infancia y de donde nació
Solo quien no es humano no tiene recuerdos
De la infancia y de donde nació

Recuerdo Rio Grande cuando cae la noche
Mi sueño se va a ver mi cielo azul
Mi pensamiento vaga paseando en la tierra
Besando con cariño a Rio Grande do Sul

Y cuando despierto, amanece el día
Lloro de alegría porque en sueños vi
La China, mi caballo, el ganado pastando
Los pájaros cantando, tierra donde nací
La China, mi caballo, el ganado pastando
Los pájaros cantando, tierra donde nací

Escrita por: Teixeirinha