Das Águas do Rio Carangola Surge o Vale do Elefante: Porciúncula
Outra vez o meu Império a desfilar (desfilar!)
Volto em brisa com euforia!
E o progresso pra decantar
Em Águas de Carangolas
Correm histórias que eu vou contar
Minas Gerais, terra do ouro, nobre metal
De Espírito Santo, oh meu pai!
No Vale do Elefante vai desaguar
Ao querido Santo Antônio
A ti eu peço: Abençoar
É luta, é bravura, transformação
É segue o progresso na imensidão
Francisco Portella foi o precursor
Um homem coragem num gesto de amor
Assim, pelos trilhos, riqueza
Desembarca a nobreza
Para a inauguração, da primeira estação
Oh clara senhora
Abençoe a emancipação
É raça, é força, motriz
É porciúncula, gente feliz
No Vale de Cristal emana a magia
Que impulsiona toda energia
Del Río Carangola Surge el Valle del Elefante: Porciúncula
Una vez más desfila mi Imperio (¡desfila!)
Vuelvo en brisa con euforia
Y el progreso para entonar
En las Aguas de Carangolas
Corren historias que voy a contar
Minas Gerais, tierra del oro, noble metal
Del Espíritu Santo, oh mi padre
En el Valle del Elefante va a desembocar
Al querido Santo Antônio
A ti te pido: Bendecir
Es lucha, es valentía, transformación
Es seguir el progreso en la inmensidad
Francisco Portella fue el precursor
Un hombre valiente en un gesto de amor
Así, por los rieles, riqueza
Desembarca la nobleza
Para la inauguración, de la primera estación
Oh clara señora
Bendice la emancipación
Es raza, es fuerza, motor
Es porciúncula, gente feliz
En el Valle de Cristal emana la magia
Que impulsa toda energía
Escrita por: Balthazar Júnior