O Artefato e o Artesão (ou Minhas imagens)
Me acusaram e julgaram por ter
Uma imagem em casa pra lembra quando ver.
Expliquei, não quiseram ouvir.
Foram embora convictos, que a verdade era ali.
Se Maria não era assim pra mim não importa.
Tenho fé. Se o cordeiro era branco ou não, nada quer dizer
O seu jeito, de amar, de viver é nisso que creio
Eu sorri, fui embora pra casa
E pensei no que ouvi e falei
Não sou dono da verdade não sou
Às vezes pergunto mas, sou feliz onde estou
O artefato proclama a grandeza do seu artesão
E não sua própria
As imagens que tenho em casa representação
E não o meu DEUS
Pois é nele que creio, que peço e que tudo posso
El Artefacto y el Artesano (o Mis imágenes)
Me acusaron y juzgaron por tener
Una imagen en casa para recordar cuando veo.
Expliqué, no quisieron escuchar.
Se fueron convencidos de que la verdad estaba allí.
Si María no era así para mí no importa.
Tengo fe. Si el cordero era blanco o no, no significa nada.
Su forma de amar, de vivir, en eso creo.
Sonreí, me fui a casa
Y pensé en lo que escuché y dije.
No soy dueño de la verdad, no lo soy.
A veces pregunto, pero soy feliz donde estoy.
El artefacto proclama la grandeza de su artesano
Y no la suya propia.
Las imágenes que tengo en casa son representaciones
Y no mi DIOS.
Porque en él creo, a quien pido y todo lo puedo.
Escrita por: Antonio Neto