Eu Vou (Como se fosse à primeira vez)
Eu vou, vou sair daqui.
Você diz que não quer mais.
Esse sorriso enfeitado
São paredes brancas de palavra
Pelas ruas que não levam a nada.
De tudo que agora se perdeu
Junta o tempo que restou
E vai, vai.
não me diga nada mais,
Não me leve a mal, eu sei
Por que...
Eu queria ser você,
Mas tudo se foi.
Vou botar para vender
O que há de melhor em nós dois.
Eu quero ser tão banal,
Maestro, o dançarino, o tal.
Me diz o que é pra entender
Que eu não sei
Como se fosse a primeira vez.
Tudo está tão certo, você é que não vê.
Eu vou dar as costas
Não vou me arrepender.
Bata a porta para mim
Que eu quero estar de fora
Essa ausência está tão certa
Eu sou o destaque agora.
Vendendo os meus dias nos jornais,
Esquecer quem me esqueceu.
E vai, vai.
Não me diga nada mais,
Não me leve a mal, eu sei.
Por que...
Eu queria ser você,
Mas tudo se foi.
Vou botar para vender
O que há de melhor em nós dois.
Eu quero ser tão banal,
Maestro, o dançarino, o tal.
Me diz o que é pra entender
Que eu não sei
Como se fosse a primeira vez.
Toda vez é assim, sempre assim
Sempre no fim.
Yo Voy (Como si fuera la primera vez)
Yo voy, voy a salir de aquí.
Dices que ya no quieres más.
Esa sonrisa adornada
Son paredes blancas de palabras
Por las calles que no llevan a nada.
De todo lo que ahora se perdió
Junta el tiempo que quedó
Y ve, ve.
No me digas nada más,
No me lo tomes a mal, yo sé
Por qué...
Yo quería ser tú,
Pero todo se fue.
Voy a poner en venta
Lo mejor de los dos.
Quiero ser tan común,
Maestro, el bailarín, el tal.
Dime qué debo entender
Que no sé
Como si fuera la primera vez.
Todo está tan claro, eres tú quien no ve.
Voy a dar la espalda
No me arrepentiré.
Cierra la puerta para mí
Que quiero estar afuera.
Esta ausencia es tan cierta
Soy el centro de atención ahora.
Vendiendo mis días en los periódicos,
Olvidando a quien me olvidó.
Y ve, ve.
No me digas nada más,
No me lo tomes a mal, yo sé.
Por qué...
Yo quería ser tú,
Pero todo se fue.
Voy a poner en venta
Lo mejor de los dos.
Quiero ser tan común,
Maestro, el bailarín, el tal.
Dime qué debo entender
Que no sé
Como si fuera la primera vez.
Siempre es así, siempre así
Siempre al final.
Escrita por: Juliana Magalhães, Alexandre K-Rão