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Cruz (22)

Banda Graça

Cruz (22)

Deus Meu! Deus Meu!
Por que desamparaste o servo teu?
Deus Meu! Deus Meu!
Por que desamparaste o servo teu?

Deus meu, a ti eu clamo noite e dia
Mas teu silêncio é agonia
E o sossego acabou
Pois sinto em mim o teu furor

Me lembro então daqueles dias
Quando orações eram ouvidas
Quando teu povo Te clamava
E estendias tua mão

Sei que és santo, entronizado
Mas eu sou verme esmagado
Sou entre todos desprezado
Pro meu povo, maldição

Zombam de mim à revelia
E entre as calúnias eu ouvia
Deus certamente o livraria
Se só nele confiou!

Mas tu és minha confiança
Tu me preservas desde a infância
Não me permita essa distância
Pois a noite logo vem

Estou cercado e sem saída
Tramaram contra minha vida
Tu és a única esperança
Deste servo sofredor

Deus Meu! Deus Meu!
Por que desamparaste o servo teu?
Deus Meu! Deus Meu!
Por que desamparaste o servo teu?

Deus meu, sinto meus ossos deslocados
Minh'alma sangra pelos cravos
Mãos e pés me traspassaram
Meu vigor já se secou

Na minha túnica lançam sorte
Os cães aguardam minha morte
Mas sei, tu és o meu Deus forte
Apressa-te em me socorrer

Aos meus irmãos declararei Teu nome (Teu nome)
E na congregação Te cantarei Louvores

Todos que temem ao Senhor louvai-o
Povo que escolheu pra si adorai
A Ele que não desprezou o aflito
Mas na aflição ouviu seu grito

Vosso coração encontrou vida
Alimento, paz e alegria
As nações se lembrarão
E se converterão
Se curvam todas as famílias

Anunciarão sua justiça
Gerações conhecerão
Que foi Ele quem o Fez
Foi Ele quem o Fez
Foi Ele quem o Fez
Foi Ele quem o Fez

Tetelestai
Tetelestai
Tetelestai
Tetelestai

Cruz (22)

¡Dios mío! ¡Dios mío!
¿Por qué me has abandonado, tu siervo?
¡Dios mío! ¡Dios mío!
¿Por qué me has abandonado, tu siervo?

Dios mío, a ti clamo noche y día
Pero tu silencio es agonía
Y la calma se ha ido
Pues siento en mí tu furia

Recuerdo entonces aquellos días
Cuando las oraciones eran escuchadas
Cuando tu pueblo te clamaba
Y extendías tu mano

Sé que eres santo, entronizado
Pero yo soy un gusano aplastado
Soy despreciado entre todos
Una maldición para mi pueblo

Se burlan de mí a sus anchas
Y entre las calumnias escuchaba
¡Dios seguramente lo liberaría
Si solo confiara en Él!

Pero tú eres mi confianza
Tú me has preservado desde la infancia
No permitas esta distancia
Pues la noche pronto llegará

Estoy rodeado y sin salida
Han tramado contra mi vida
Tú eres la única esperanza
De este siervo sufriente

¡Dios mío! ¡Dios mío!
¿Por qué me has abandonado, tu siervo?
¡Dios mío! ¡Dios mío!
¿Por qué me has abandonado, tu siervo?

Dios mío, siento mis huesos desplazados
Mi alma sangra por los clavos
Manos y pies me han traspasado
Mi vigor se ha secado

En mi túnica echan suertes
Los perros esperan mi muerte
Pero sé, tú eres mi Dios fuerte
Apresúrate en socorrerme

A mis hermanos declararé tu nombre (tu nombre)
Y en la congregación te cantaré alabanzas

Todos los que temen al Señor, alábenlo
Pueblo que ha escogido para adorar
A aquel que no despreció al afligido
Sino que en la aflicción escuchó su clamor

Sus corazones hallaron vida
Alimento, paz y alegría
Las naciones recordarán
Y se convertirán
Todas las familias se inclinarán

Anunciarán su justicia
Generaciones conocerán
Que fue Él quien lo hizo
Fue Él quien lo hizo
Fue Él quien lo hizo
Fue Él quien lo hizo

Tetelestai
Tetelestai
Tetelestai
Tetelestai

Escrita por: Lucas Xavier